Mote: Jorge Filó
Glosas: Henrique Brandão
Dia doze de maio foi a data
que a poesia nos deu esse advento
como a lua na luz do firmamento
como estrelas fazendo serenata
com a glosa mais bela e mais exata
bateu asas pra luz da imensidão
deixou o nome escupido nesse chão
e essa terra seu nome muito preza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão
O sertão comemora o centenário
e o Brasil lhe aplaude agora em pé
todo o mundo, Cancão sabe quem é
grade gênio em seu reino imaginário
sertanejo distino e até lendário
João Batista Siqueira do sertão
seja no declamamar ou na canção
sua verve era forte como reza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão
O seu nome ficou eternizado
sua obra é acervo de cultura
São José do Egito hoje fulgura
no cenário poético eternizado
uma terra de homens consagrados
poesia se torna uma paixão
essa terra lhe exalta em gratidão
um sertão que niguém mais menospreza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão.
Glosas: Henrique Brandão
Dia doze de maio foi a data
que a poesia nos deu esse advento
como a lua na luz do firmamento
como estrelas fazendo serenata
com a glosa mais bela e mais exata
bateu asas pra luz da imensidão
deixou o nome escupido nesse chão
e essa terra seu nome muito preza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão
O sertão comemora o centenário
e o Brasil lhe aplaude agora em pé
todo o mundo, Cancão sabe quem é
grade gênio em seu reino imaginário
sertanejo distino e até lendário
João Batista Siqueira do sertão
seja no declamamar ou na canção
sua verve era forte como reza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão
O seu nome ficou eternizado
sua obra é acervo de cultura
São José do Egito hoje fulgura
no cenário poético eternizado
uma terra de homens consagrados
poesia se torna uma paixão
essa terra lhe exalta em gratidão
um sertão que niguém mais menospreza
São José do Egito se embeleza
E faz festa no reino de Cancão.
-Henrique Brandão-

HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE “CANCÃO”
ResponderExcluir(JOÃO BATISTA DE SIQUEIRA)
Sou sertanejo da gema
Forte igual a “pau pereiro”
E adotei o sistema
Do povo pajeuzeiro
Meus versos rudes, rimados
Os faço bem inspirados
Nas estrofes de Xudu
E depois de terminados
São lavados e enxaguados
Nas as águas do Pajéu
É que as águas desse rio
Proporcionam alegria
Seja na chuva ou no estio
Sempre jorra poesia
E são José do Egito
Um lugar por Deus prescrito
Pra que ali fosse instalado
Esse reinado de rimas
Pra que surgisse obras primas
E poetas renomados.
Ali nasceu Gilmar Leite
Neném* Toinho Piancó
Terra de Benones Lopes
Do grande Manoel Filó
Em meio a esses espaços
Também nasceu Marcos Passos
Felipe Junior e outros mais
São poetas renomados
E todos eles gerados
Por esses mananciais.
Terra de Biu de Crisanto
Uma cria desse chão
Que pra versar do seu tanto
Precisa de inspiração
Tais quais os irmãos Batista
A tríade que nessa lista
Ganham medalhas de ouro
Vates que o povo não esquece
E aplaudem porque merece
Dimas, Otacílio, e Louro.
Aqui o povo se inspira
Nesse clima alvissareiro
E dos filhos de Tabira
Tem Gonga e Dedé Monteiro
Não se restringe a esses só
Pois tem Paulo Matricó
Poeta cantor e artista
Respeitado e renomado
Que ora aqui é citado
Engrandecendo essa lista
Mas entre tantos valores
Filhos dessa região
Venho citar os primores
Do grande mestre (Cancão)
João Batista de Siqueira
Um poeta de primeira
Um estro extraordinário
Que deixou um farto arquivo
E se ainda fosse vivo
Tinha feito um centenário.
A ele agora ofereço
O meu singelo poema
E por lhe ter muito apreço
Busco influxo pro meu tema
Nas suas obras de arte.
Delas faço o estandarte
Que abrilhanta o meu versejo.
Com a simplória mensagem
Deixo aqui minha homenagem
A esse grande sertanejo.
Carlos Aires 12/05/2012
*Nenem Patriota um dos grandes poetas do vale do Rio Pajeú