terça-feira, 10 de abril de 2012

Poesia de Wellington Rocha.

Foto- Claudio Gomes
Na viagem que faço a meu interior
Reconheço que aqui, sou grão de areia,
Sou uma gota de sangue em uma veia
Sou moeda bem pequena no valor

Sou apenas um fiel expectador
Da grandeza desta cena que estonteia
Nem um grande escritor, ela nomeia,
Nem é peça de colecionador.

Feche os olhos, deixe a alma enxergar,
Permita a emoção te dominar
Deixa a paz no seu peito ser sentida;

Não se mexa, deixe a paz te rodear,
Deixe o vento bem baixinho sussurrar
Deixe a pele ser tocada pela vida.

Wellington Rocha

2 comentários:

  1. Muito bons os versos, a página e o recado para as secretarias de cultura. Anildomá, dos Cabras de Lampião, também tem uma definição muito boa: quando as prefeituras tem dinheiro gastam (quase sempre {à vista) com bandas e artistas de qualidade duvidosa. Quando estão sem dinheiro dizem "vamos fazer uma programação cultural" aí pagam (depois de muita espera) uma migalha aos artistas locais. É isso aí!

    ResponderExcluir
  2. é uma pena que nossa cidade não estar de olhos abertos para ver os Talentos que temos. Isso em todas as áreas#
    A desvalorização e falta de apoio vai desanimando e fazendo nossa cidade Regredir cada vez mais no campo da arte! é uma pena#

    um dia Eles vão olhar por nós
    e Talvez como A Asa Branca
    estaremos Longe demais!
    Cantando, dançando, encantando
    sem volta!
    Batendo as Asas lá no sul
    sem vontade de voltar atrás!

    ResponderExcluir