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| Artistas acompanharam atentos os passistas de frevo em Olinda (Foto: Vitor Tavares / G1) |
Entre canadenses, chineses e italianos, havia uma brasileira, de Santos (SP). Michele Ramos, que participa do número de trapézio triplo, há 18 anos trabalha em circo e há 15 não visitava a capital pernambucana. Dentro da sede da Pitombeira dos Quatro Cantos, agremiação carnavalesca tradicional do carnaval de Olinda, ela tentava explicar aos companheiros o que era a dança. “O pessoal está gostando muito. Olinda tem um clima cativante, uma energia especial. E é muito bom conhecer novas culturas, sempre”, afirmou.
Os integrantes do Circo passearam pelas ladeiras históricas e ainda tiveram tempo de parar para tirar fotos no Alto da Sé, um dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Ao som do frevo, eles tentavam acompanhar os passos, como foi o caso da assistente de direção artística do espetáculo, Sheryl-Lynne Valensky, canadense de Ontário. “Nós amamos o Brasil e estamos adorando o Recife. A plateia é animada, educada, acompanha o espetáculo, responde ao nosso esforço”, contou. No meio da animação, revelou: “O frevo tem muito do que a gente faz, precisa ter força”.

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