Quando as pessoas escutam a expressão médico veterinário, costumam associar com aquele profissional que cuida apenas da saúde de seus animais de estimação, na maioria cães e gatos. Na verdade, o veterinário além de ser o encarregado desta função, tem um campo de atuação muito amplo e importante que vai além de apenas zelar pelo bem-estar dos grandes amigos e companheiros do homem. O trabalho passa desde a atuação em indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos, até o controle da saúde de rebanhos em propriedades rurais, dependendo, claro, da sua especialização médico-veterinária adquirida durante sua formação.
A profissão de médico veterinário, bem como o seu ensino, foram normatizados pelo ex-presidente Getúlio Vargas, em 9 de setembro de 1932 por meio do Decreto nº 23.133. Em função disso, o dia do veterinário passou a ser reconhecido nesta data, apesar de escolas de medicina veterinária existirem no Brasil desde 1913.
A partir de 1940, passou a ser necessário o registro do diploma junto a Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador, para que o profissional pudesse exercer sua profissão. Porém, com a criação dos Conselhos Federais e Regionais de Medicina Veterinária, em 1968, a função de fiscalização ficou por conta destes conselhos.
Com a modernidade e o surgimento de novas tecnologias, o campo de atuação e a importância do médico veterinário só aumentam, como por exemplo, a esterilização de animais de rua, que se tornou extremamente necessária devido à superpopulação destes animais, gerando os mais diversos problemas como escassez de alimentação para todos, falta de cuidados básicos de saúde, causando muitas doenças que se espalham de forma incontrolável, além de maus-tratos. Portanto, estes profissionais contribuem muito para aliviar o sofrimento dos animais de companhia e, só por esse motivo, um dia dedicado a eles já é totalmente merecido.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Convite da Mulesta
Caros amigos, vamos todos prestigiar este momento mágico da nossa cultura.
A entrada é franca (basta pegar o ingresso, que estará disponível 2 horas antes dos shows). Mas o Em Canto e Poesia sugere, a quem puder, que leve 1 Kg de Alimento não perecível ou material de higiene pessoal, que serão destinados ao Lar Do Idoso de São José do Egito-PE.
Lar do Idoso
Telefone: (87) 9607-3228
CNPJ: 05.581.106/0001-40
Vinícius Gregório
A entrada é franca (basta pegar o ingresso, que estará disponível 2 horas antes dos shows). Mas o Em Canto e Poesia sugere, a quem puder, que leve 1 Kg de Alimento não perecível ou material de higiene pessoal, que serão destinados ao Lar Do Idoso de São José do Egito-PE.
Lar do Idoso
Telefone: (87) 9607-3228
CNPJ: 05.581.106/0001-40
Vinícius Gregório
Cultura é cidadania e direito
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| No lançamento do CEU de Anápolis, no Goiás, jovens fazem apresentações artísticas. (Foto de Gustavo Serrate) |
O MinC (Ministério da Cultura) tem investido em programas para produtores negros, ciganos, índios, LGBT, mulheres. Essas políticas estão em sintonia com o mundo conectado que democratiza e barateia a produção (games, TV a cabo, vídeo).
Fundamental para a cultura no século 21 é caminhar de mãos dadas com a ciência e a tecnologia. Assim será o canal digital da cultura, em fase de elaboração, para termos uma rede aberta e de grande alcance, o novo Centro de Referência do Audiovisual em São Paulo e a mudança da gestão da Cinemateca, para organização social (OS).
O audiovisual vive momento único, com as possibilidades abertas pelo programa Brasil de Todas as Telas, que tem R$ 1,2 bilhão e vai nos tornar uma potência cinematográfica. O Brasil se situa na vanguarda em ações inovadoras.
Criado em novembro de 2012, o Sistema Nacional de Cultura é a certidão de nascimento da política de Estado da cultura. Estados e municípios passam a trabalhar juntos, independentemente de mudanças de governos. Cria controle social, repasse obrigatório de recursos e maior transparência.
Outra inovação foi o Vale-Cultura, criado em dezembro de 2012 e regulamentado em agosto de 2013. O trabalhador recebe R$ 50 mensais para gastos em cultura, favorecendo inclusão social e produções que dificilmente teriam patrocínio.
É uma ousadia construir 340 Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs), que incentivam talentos locais, formam artistas e levam cinema e biblioteca a regiões periféricas. O Mais Cultura nas Escolas, parceria com o Ministério da Educação, retoma conceitos de Paulo Freire, aproximando alunos de arte-educadores. E uma parceria com a Petrobras já está investindo R$ 20 milhões em museus.
Foco importante é o investimento na imagem externa, fortalecendo nosso "soft power" para além do Carnaval. Levamos sete peças e traduzimos 14 textos para encenação no Festival Ibero-Americano de Teatro de Bogotá. Também fomos destaque nos festivais de Avignon, na França, e de Edimburgo, na Escócia.
A presença marcante na Feira de Livros de Frankfurt quadruplicou a venda dos nossos autores. Desde 2010, a Biblioteca Nacional concedeu a marca inédita de 422 bolsas de tradução. Em menos de dois anos, 110 obras saíram na Alemanha. Brilhamos na Feira de Bolonha com Roger Mello, vencedor do prêmio de ilustrador, que é o Nobel do segmento.
Seremos homenageados no Salão do Livro de Paris em 2015 –sem esquecer nossa presença no Grand Palais com a Expo Portinari, além de eventos na África e América Latina. Também estamos levando bolsistas para estudar arte em universidades no exterior e participar de feiras de empreendedores. É algo inédito no exterior.
Para avançar, no entanto, é necessário mais financiamento. O Congresso Nacional analisa a PEC 150, forte reivindicação do setor. Razoável seria aprovar o projeto e prever aumentos de recursos de modo escalonado.
Também está no Congresso o Procultura, que substituirá a Lei Rouanet com regras mais justas de patrocínios. Ele fortalece o Fundo Nacional de Cultura e dá mais capacidade ao MinC para fazer política de Estado.
Cultura no mundo moderno é percebida como cidadania e direito. Creio também que é o coração do sentimento mais profundo de identidade como nação.
Artigo originalmente publicado na Folha de São Paulo
Marta Suplicy
Ministra da Cultura
Cinema é destaque nas unidades do Sesc
Em Setembro, os projetos Cineclube Zé Vieira, do Sesc Ler Belo Jardim, CineSesc, em Caruaru e Goiana, o Cinecomunidade, do Sesc Casa Amarela, e o Cine Engenho Tiúma, do Sesc Ler São Lourenço da Mata, trazem uma programação diversificada de filmes, em horários variados. Todos com entrada gratuita.
O CineSesc Caruaru exibe nesta quarta-feira (10), às 15h, o filme infantil “O Carrossel da Esperança”, com classificação livre. A noite, às 19h, será apresentado o CineSesc de Arte para adultos, com o filme “No” (classificação 12 anos).
O projeto CineSesc acontece também na unidade do Sesc Ler Goiana com a exibição de filmes infantis, aos sábados, às 16h, Zarafa (13), O Menino da Floresta (20) e O Gato do Rabino (27), todos com classificação livre. Às 19h, são apresentados filmes voltados para o público adulto, são eles: “Incêndios” (13), “A separação” (20) e “A Memória que me Contam” (27).
No Sesc Casa Amarela, o Cinecomunidade exibe todos os sábados do mês os filmes: Programas de curtas infantis (dias 13 e 27) e “O Gato do Rabino” no dia 20, às 15h, com classificação livre. O Cine Engenho Tiúma, no Sesc Ler São Lourenço da Mata, traz, às terças e quintas, Mostra de Cinema Infantil, para escolas previamente agendadas pelo Setor de Cultura da unidade.
O Cineclube Zé Vieira, do Sesc Ler Belo Jardim, traz em sua programação os filmes do renomado diretor americano Orson Welles. A próxima sessão acontece dia 22 com o filme “Dom Quixote” (1960; classificação 14 anos).
O CineSesc Caruaru exibe nesta quarta-feira (10), às 15h, o filme infantil “O Carrossel da Esperança”, com classificação livre. A noite, às 19h, será apresentado o CineSesc de Arte para adultos, com o filme “No” (classificação 12 anos).
O projeto CineSesc acontece também na unidade do Sesc Ler Goiana com a exibição de filmes infantis, aos sábados, às 16h, Zarafa (13), O Menino da Floresta (20) e O Gato do Rabino (27), todos com classificação livre. Às 19h, são apresentados filmes voltados para o público adulto, são eles: “Incêndios” (13), “A separação” (20) e “A Memória que me Contam” (27).
No Sesc Casa Amarela, o Cinecomunidade exibe todos os sábados do mês os filmes: Programas de curtas infantis (dias 13 e 27) e “O Gato do Rabino” no dia 20, às 15h, com classificação livre. O Cine Engenho Tiúma, no Sesc Ler São Lourenço da Mata, traz, às terças e quintas, Mostra de Cinema Infantil, para escolas previamente agendadas pelo Setor de Cultura da unidade.
O Cineclube Zé Vieira, do Sesc Ler Belo Jardim, traz em sua programação os filmes do renomado diretor americano Orson Welles. A próxima sessão acontece dia 22 com o filme “Dom Quixote” (1960; classificação 14 anos).
Peninha apresenta "Sonhos e Sucessos" no Manhattan Café Theatro
Com certeza, independente da sua idade, você já ouviu alguma das canções de Peninha interpretadas por ele ou por grandes artistas da música brasileira. Cantor e grande compositor brasileiro, o artista desembarca na capital pernambucana com o show "Sonhos e Sucessos" para duas apresentações intimistas no Manhattan Café Theatro, após quatro anos longe do palco da casa. Os shows acontecem nesta sexta (12) e sábado (13), a partir das 21h. Os Garçons Cantores são os responsáveis pela abertura das noites.
O show “Sonhos e Sucessos” leva o mesmo nome do CD, mas não é um resumo do repertório do álbum. “Sonhos é devido à música de minha autoria que mais fez sucesso durante a minha carreira, e Sucessos, porque canto todas as minhas canções de sucesso, e também, sucessos de outros artistas de que gosto!”, revela Peninha. O repertório romântico do artista passa pelos seus grandes clássicos, como "Sonhos", "Que Pena", "Amo Você" e "Matemática". “Alma Gêmea”, famosa na voz de Fábio Jr e “Sozinho”, gravada pelo próprio Peninha, Sandra de Sá, Tim Maia, Caetano Veloso, Alejandro Sanz, Nelly Furtado, dentre outros artistas, também estão incluídas no setlist.
O ingresso individual custa, para cada dia, a partir de R$ 100. O Manhattan fica na Rua Francisco da Cunha, 881 - Boa Viagem, Recife - PE, 51020-041. Mais informações pelo fone 3325 - 3372.
Serviço:
Show de Peninha
Local: Manhattan Café Theatro
Data: Sexta (12) e Sábado (13)
Hora: A partir das 21h
Ingressos: A partir de R$ 100Endereço: Rua Francisco da Cunha, 881, em Boa Viagem.
Informações e reservas de mesas antecipadas: (81) 3325-3372.
O show “Sonhos e Sucessos” leva o mesmo nome do CD, mas não é um resumo do repertório do álbum. “Sonhos é devido à música de minha autoria que mais fez sucesso durante a minha carreira, e Sucessos, porque canto todas as minhas canções de sucesso, e também, sucessos de outros artistas de que gosto!”, revela Peninha. O repertório romântico do artista passa pelos seus grandes clássicos, como "Sonhos", "Que Pena", "Amo Você" e "Matemática". “Alma Gêmea”, famosa na voz de Fábio Jr e “Sozinho”, gravada pelo próprio Peninha, Sandra de Sá, Tim Maia, Caetano Veloso, Alejandro Sanz, Nelly Furtado, dentre outros artistas, também estão incluídas no setlist.
O ingresso individual custa, para cada dia, a partir de R$ 100. O Manhattan fica na Rua Francisco da Cunha, 881 - Boa Viagem, Recife - PE, 51020-041. Mais informações pelo fone 3325 - 3372.
Serviço:
Show de Peninha
Local: Manhattan Café Theatro
Data: Sexta (12) e Sábado (13)
Hora: A partir das 21h
Ingressos: A partir de R$ 100Endereço: Rua Francisco da Cunha, 881, em Boa Viagem.
Informações e reservas de mesas antecipadas: (81) 3325-3372.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Unidades do Sesc realizam ações de incentivo à leitura
Estimular a leitura e ampliar o acesso ao livro são os focos dos projetos A Hora do Conto e Artes na Biblioteca – Baú de Portinari, do Sesc Caruaru, e Clube do Livro, na biblioteca do CTL Sesc Triunfo, que acontecem este mês com entrada gratuita.
Em Caruaru, o projeto A Hora do Conto acontece nas terças-feiras 9, 12 e 23, em dois horários, às 9h e às 15h, na Biblioteca Álvaro Lins. O público-alvo são as crianças que participarão de contação de histórias, desenho livre e atividades de pintura e com material reciclável.
Outra ação desenvolvida pela Biblioteca Álvaro Lins é o projeto Artes na Biblioteca – Baú de Portinari, todas as quintas-feiras, às 15h, homenageando o artista brasileiro Luís Cândido Portinari, com uma exposição de réplicas de algumas de suas pinturas, juntamente com a sua biografia. Também são realizadas oficinas de pintura e atividades para o público infantil e infanto-juvenil sobre as obras de Portanari.
Já em Triunfo, a biblioteca realiza na próxima terça-feira (16), às 9h, o Clube do Livro, que nesta terceira etapa promove o encontro dos leitores com o escritor Alexandre Morais, autor do livro infantil “A Peleja do Boto cor-de-rosa com a sereia Iara”, além de contação de história e bate papo.
Em Caruaru, o projeto A Hora do Conto acontece nas terças-feiras 9, 12 e 23, em dois horários, às 9h e às 15h, na Biblioteca Álvaro Lins. O público-alvo são as crianças que participarão de contação de histórias, desenho livre e atividades de pintura e com material reciclável.
Outra ação desenvolvida pela Biblioteca Álvaro Lins é o projeto Artes na Biblioteca – Baú de Portinari, todas as quintas-feiras, às 15h, homenageando o artista brasileiro Luís Cândido Portinari, com uma exposição de réplicas de algumas de suas pinturas, juntamente com a sua biografia. Também são realizadas oficinas de pintura e atividades para o público infantil e infanto-juvenil sobre as obras de Portanari.
Já em Triunfo, a biblioteca realiza na próxima terça-feira (16), às 9h, o Clube do Livro, que nesta terceira etapa promove o encontro dos leitores com o escritor Alexandre Morais, autor do livro infantil “A Peleja do Boto cor-de-rosa com a sereia Iara”, além de contação de história e bate papo.
08 de Setembro Dia Internacional da Alfabetização
O dia 8 de setembro foi estabelecido pelas Nações Unidas como o dia Internacional da Alfabetização. Para o Brasil, tal data nos faz recordar aquilo que podemos verificar no cotidiano desse país: o grande número de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever, ou o fazem de maneira precária, com dificuldades. O número de analfabetos gira em torno de 10 % da população com mais de 15 anos (14 milhões de pessoas), e os que enfrentam dificuldades, aqueles que lêem ou escrevem um pouquinho, como se costuma dizer, atingem 22% (30 milhões de pessoas). São quase 35 milhões de jovens e adultos que não têm o domínio deste importantíssimo instrumento de inserção social.
Apesar do Ensino Fundamental - hoje de 9 anos - ser um direito constitucional de qualquer pessoa, e portanto um dever do Estado em ofertá-la, nossa população tem apenas 7,2 anos de estudo em média. Média enganosa é verdade, pois alguns poucos têm seus estudos completados no ensino superior e até em pós-graduação e uma grande maioria não conseguiu completar a sua escolaridade básica. E entre esta grande maioria ainda há muita desigualdade, pois os brancos têm mais escolaridade média que os negros e as populações indígenas, os que estão na zona urbana tem mais escolaridade que os da zona rural, os que vivem na região sul têm mais acesso que aqueles que estão no norte ou no nordeste.
http://100porcentoaprendizagem.blogspot.com.br/2012/09/8-de-setembro-dia-internacional-da.html
Apesar do Ensino Fundamental - hoje de 9 anos - ser um direito constitucional de qualquer pessoa, e portanto um dever do Estado em ofertá-la, nossa população tem apenas 7,2 anos de estudo em média. Média enganosa é verdade, pois alguns poucos têm seus estudos completados no ensino superior e até em pós-graduação e uma grande maioria não conseguiu completar a sua escolaridade básica. E entre esta grande maioria ainda há muita desigualdade, pois os brancos têm mais escolaridade média que os negros e as populações indígenas, os que estão na zona urbana tem mais escolaridade que os da zona rural, os que vivem na região sul têm mais acesso que aqueles que estão no norte ou no nordeste.
http://100porcentoaprendizagem.blogspot.com.br/2012/09/8-de-setembro-dia-internacional-da.html
Comissão irá proteger e promover obra de Aleijadinho
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| Ibram criou comissão para proteger e promover a obra de Aleijadinho, um dos mais importantes escultores e arquitetos do Brasil colonial. (Aleijadinho [Public domain], via Wikimedia Commons) |
"Já determinei ao nosso Departamento de Processos Museais que promova o levantamento de todas as obras musealizadas de Antônio Francisco Lisboa, que se encontram em museus de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo", explicou o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.
A Comissão se reuniu pela primeira vez no mês passado, em Belo Horizonte (MG). Durante o encontro, foram traçadas as linhas gerais de atuação da comissão, que terá como atribuição subsidiar as instituições federais sobre medidas a serem adotadas para consolidar e promover o conhecimento e a proteção da obra de Aleijadinho.
O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, e especialistas designados para compor a comissão participaram do evento.
Os resultados esperados do trabalho da comissão incluem a atualização e consolidação da biografia e das fontes documentais existentes sobre Aleijadinho; a proposição de metodologia para a produção de catálogo geral da obra arquitetônica, monumental e escultórica do artista; e orientações sobre o alcance jurídico dos estudos e das medidas sugeridas.
As atividades da comissão serão monitoradas pelo Departamento de Processos Museais do Ibram e pelo Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Os resultados serão reportados ao Conselho Consultivo do Iphan e ao Conselho do Patrimônio Museológico do Ibram.
Composto por três profissionais de notório reconhecimento na temática que será objeto de trabalho da comissão e tendo a historiadora da arte Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira como consultora ad hoc, o grupo poderá solicitar o apoio de especialistas para o atendimento de seus objetivos.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura com informações do Ibram
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
05 de Setembro dia da Amazônia
Dia 5 de setembro é o dia da Amazônia - uma data que, há um bom tempo, não inspira comemorações. Ao contrário: a devastação crescente na região é a bandeira dos ambientalistas. Não é para menos. Um estudo do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia e do Centro de Pesquisas Woods Hole, dos EUA, indica que a área devastada já é de 40 mil km2, o dobro do que foi divulgado no início deste ano pelo Instituto de Pesquisas Espaciais, o Inpe. O novo número baseia-se em estudos de campo, realizados por pesquisadores das duas entidades.
Asces promove lançamento de livros no Quintal da Academia
O estudo foi realizado com o incentivo do Funcultura-Fundarpe, para mapear e levantar dados em números das bibliotecas. Deste modo, o diagnóstico acabou por estabelecer um panorama inédito, qualificando os estabelecimentos de estudos e obtendo informações acerca das organizações, gestão e movimentos das instituições.
No trabalho, foram feitas observações e entrevistas com gestores e cuidadores das bibliotecas, além de atividades municipais, com secretários de Educação e Cultura. O evento de lançamento, que é apoiado pelo Núcleo Cultural Asces, contará com a presença dos coordenadores, pesquisadores e o comentarista do Ministério da Cultura, Sr. Roberto Azoubel.
Durante este evento, também será lançado o livro de crítica literária “Entre Serpentes e Leopardos”, com autoria do produtor cultural André Cervinskis. O autor, que na ocasião estará concedendo autógrafos, ganhou o edital “Novos Talentos”, da Editora Universitária da UFPE.
Serviço
Lançamento do projeto “Mapeamento das Bibliotecas Comunitárias do Interior de Pernambuco – primeira etapa”
Dia: 11 de setembro de 2014
Local: Espaço Cultural Asces no Quintal da Academia (Rua XV de Novembro, 215, Centro de Caruaru)
Hora: 19h30
Entrada gratuita
Dia da Independência é comemorado nas Unidades do Sesc
O Dia da Independência do Brasil, celebrado no próximo domingo (7) tem programação especial nas Unidades do Sesc Piedade, São Lourenço da Mata e Arcoverde com o oferecimento de atividades recreativas e apresentações musicais.
No Sesc Piedade, o feriado nacional é comemorado com atividades recreativas, jogos de salão como totó, sinuca e tênis de mesa, recreação aquática, desafios surpresas e apresentação musical de Andréia Luiza e Banda, das 9h às 16h. O valor é de R$ 1 para comerciários e dependentes e de R$ 5 para o público em geral. As crianças até 12 anos não pagam.
O Sesc Ler São Lourenço da Mata promove atividades recreativas e apresentação musical com a Banda Samba Simples, das 10h às 15h, a entrada custa R$ 2 para comerciários e dependentes e R$ 5 para o público em geral.
Em Arcoverde, a programação tem banho de piscina, atividades aquáticas, jogos de salão e recreação esportiva, a partir das 9h, o valor é R$ 1, para comerciários/dependentes e R$ 4 para usuários.
No Sesc Piedade, o feriado nacional é comemorado com atividades recreativas, jogos de salão como totó, sinuca e tênis de mesa, recreação aquática, desafios surpresas e apresentação musical de Andréia Luiza e Banda, das 9h às 16h. O valor é de R$ 1 para comerciários e dependentes e de R$ 5 para o público em geral. As crianças até 12 anos não pagam.
O Sesc Ler São Lourenço da Mata promove atividades recreativas e apresentação musical com a Banda Samba Simples, das 10h às 15h, a entrada custa R$ 2 para comerciários e dependentes e R$ 5 para o público em geral.
Em Arcoverde, a programação tem banho de piscina, atividades aquáticas, jogos de salão e recreação esportiva, a partir das 9h, o valor é R$ 1, para comerciários/dependentes e R$ 4 para usuários.
Iphan tomba imóveis históricos no Piauí
Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (4/9) a homologação do tombamento - pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) - de dois imóveis históricos no Piauí, a Fábrica de Laticínios, em Campinas do Piauí, e o Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara, em Floriano.
Os dois locais são considerados exemplos emblemáticos do patrimônio edificado no Brasil entre o final do século XIX e começo do XX, tanto da arquitetura tradicional piauiense, que se utiliza de materiais e técnicas locais, quanto da arquitetura industrial implantada no interior do país no século XIX.
O Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara e a Fábrica de Laticínios faziam parte das antigas Fazendas Nacionais do Piauí, que, originalmente, eram grandes extensões de terras doadas aos primeiros desbravadores durante o Brasil Colônia. Mais tarde, pertenceram à Companhia de Jesus e, quando os jesuítas foram expulsos do país, em 1759, as terras passaram à Coroa Portuguesa e, em seguida, ao Império. Com a República, as Fazendas Nacionais ficaram em poder da União, que arrendou ou vendeu parte das terras, o que originou vários municípios no atual estado do Piauí.
O governo do Brasil, durante o Império, utilizou as então chamadas Fazendas Nacionais com diversas finalidades, empregando mão de obra recém-liberta. Nesse contexto, foi criada uma escola agrícola no atual município piauiense de Floriano, após a promulgação da Lei do Ventre Livre, em 1871, para assegurar a educação dos filhos de escravos libertos. Além disso, o Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara é também a materialização de um dado momento histórico brasileiro, representado pelos materiais empregados na sua construção e pela linguagem arquitetônica em que foi construído, típica do século XIX.
Atualmente, o que resta da antiga edificação corresponde praticamente ao bloco principal, com área de 358m². As paredes são de alvenaria de tijolo, com cobertura em telha cerâmica sustentada por estrutura de carnaúba, formando praticamente um único volume retangular.
Já a Fábrica de Laticínios, de Campinas do Piauí, é o resultado da industrialização e do desenvolvimento do sertão piauiense com a produção de manteiga e queijo utilizando o leite vindo das Fazendas Nacionais. Construída em 1897, foi a primeira edificação erguida na região, seguida pela vila operária em seu entorno para abrigar os trabalhadores da fábrica. O prédio é um raro exemplar da arquitetura industrial piauiense do século XIX. Possui quatro volumes: o corpo principal em forma retangular, outro volume retangular na parte frontal e dois outros na parte posterior. A chaminé se sobressai acima do corpo principal da edificação. Assim, os dois empreendimentos se constituem em documentos da ocupação do território brasileiro.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
Com informações do Iphan
Os dois locais são considerados exemplos emblemáticos do patrimônio edificado no Brasil entre o final do século XIX e começo do XX, tanto da arquitetura tradicional piauiense, que se utiliza de materiais e técnicas locais, quanto da arquitetura industrial implantada no interior do país no século XIX.
O Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara e a Fábrica de Laticínios faziam parte das antigas Fazendas Nacionais do Piauí, que, originalmente, eram grandes extensões de terras doadas aos primeiros desbravadores durante o Brasil Colônia. Mais tarde, pertenceram à Companhia de Jesus e, quando os jesuítas foram expulsos do país, em 1759, as terras passaram à Coroa Portuguesa e, em seguida, ao Império. Com a República, as Fazendas Nacionais ficaram em poder da União, que arrendou ou vendeu parte das terras, o que originou vários municípios no atual estado do Piauí.
O governo do Brasil, durante o Império, utilizou as então chamadas Fazendas Nacionais com diversas finalidades, empregando mão de obra recém-liberta. Nesse contexto, foi criada uma escola agrícola no atual município piauiense de Floriano, após a promulgação da Lei do Ventre Livre, em 1871, para assegurar a educação dos filhos de escravos libertos. Além disso, o Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara é também a materialização de um dado momento histórico brasileiro, representado pelos materiais empregados na sua construção e pela linguagem arquitetônica em que foi construído, típica do século XIX.
Atualmente, o que resta da antiga edificação corresponde praticamente ao bloco principal, com área de 358m². As paredes são de alvenaria de tijolo, com cobertura em telha cerâmica sustentada por estrutura de carnaúba, formando praticamente um único volume retangular.
Já a Fábrica de Laticínios, de Campinas do Piauí, é o resultado da industrialização e do desenvolvimento do sertão piauiense com a produção de manteiga e queijo utilizando o leite vindo das Fazendas Nacionais. Construída em 1897, foi a primeira edificação erguida na região, seguida pela vila operária em seu entorno para abrigar os trabalhadores da fábrica. O prédio é um raro exemplar da arquitetura industrial piauiense do século XIX. Possui quatro volumes: o corpo principal em forma retangular, outro volume retangular na parte frontal e dois outros na parte posterior. A chaminé se sobressai acima do corpo principal da edificação. Assim, os dois empreendimentos se constituem em documentos da ocupação do território brasileiro.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
Com informações do Iphan
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
04 de Setembro dia do Ano Novo Judaico
Segundo o calendário judaico, a partir do anoitecer do dia 04 de setembro de 2013 inicia-se o ano 5774. Para os judeus, é tempo de refletir e se arrepender dos pecados. Ao invés de brindar com champanhe e pular sete ondas, eles preferem se focar na introspecção e na reflexão. O Ano Novo é chamado de Rosh Hashaná, dia em que Deus criou o mundo.
O Rosh Hashaná acontece, geralmente em setembro, pois a contagem dos anos no judaísmo é feita pelo calendário lunar. O ano lunar tem 354 dias, portanto faltam 11 para os 365 contados normalmente. Para ajustar, se convencionou que alguns anos têm um mês a mais no calendário judaico. O primeiro mês do ano é chamado de Tishrei, palavra que remonta ao período de 586 a.C. a 536 a.C., quando Jerusalém foi destruída pelos babilônios e os judeus foram forçadamente exilados para a região mesopotâmia. Ali eles desenvolveram o calendário de 12 meses – que às vezes ganha um mês extra para o ajuste com o calendário tradicional.
Um dos símbolos mais importantes do Rosh Hashaná é o shofar, instrumento feito de chifre de carneiro que é tocado na data e remonta à época em que os judeus eram nômades. Outra característica do shofar é que ele soa como um alarme, que chama à reflexão e à consciência adormecida.
O Rosh Hashaná acontece, geralmente em setembro, pois a contagem dos anos no judaísmo é feita pelo calendário lunar. O ano lunar tem 354 dias, portanto faltam 11 para os 365 contados normalmente. Para ajustar, se convencionou que alguns anos têm um mês a mais no calendário judaico. O primeiro mês do ano é chamado de Tishrei, palavra que remonta ao período de 586 a.C. a 536 a.C., quando Jerusalém foi destruída pelos babilônios e os judeus foram forçadamente exilados para a região mesopotâmia. Ali eles desenvolveram o calendário de 12 meses – que às vezes ganha um mês extra para o ajuste com o calendário tradicional.
Um dos símbolos mais importantes do Rosh Hashaná é o shofar, instrumento feito de chifre de carneiro que é tocado na data e remonta à época em que os judeus eram nômades. Outra característica do shofar é que ele soa como um alarme, que chama à reflexão e à consciência adormecida.
Taquaritinga do Norte recebe o Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC)
A Praça Padre Otto Sailer, no centro, será o endereço do Palco Nação Cultural na sexta-feira (12) e no sábado (13) a partir das 21h. O público vai conferir atrações consagradas da música regional e nacional como Maciel Melo, Marcelo Jeneci, Marrom Brasileiro e Geraldo Maia, além de artistas que vêm despontando na cena musical pernambucana como Almério, Allexa e Diego Cabral.
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