sexta-feira, 11 de julho de 2014

11 de Julho dia Mundial da População

Foi a 11 de Julho de 1987 que a população mundial atingiu os cinco mil milhões, pelo que a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu, anualmente a comemoração do Dia Mundial da População nesta data, com o objetivo de um alerta, que se deseja e impõe seja permanente, sobre os problemas populacionais e um desafio ativo para que se encontrem as mais humanas, fraternas e sustentáveis soluções para os mesmos.

Essas soluções não se limitam nem esgotam no controlo da natalidade, mas também na desejada melhoria das condições de vida dos homens e mulheres que, como nós, cohabitam o Planeta Terra em todas as suas coordenadas.

O aumento da densidade populacional em mu! itos países e áreas geográficas ainda fomenta dificuldades na necessária melhoria dos padrões de vida e da proteção do ambiente, não só devido ao crescimento populacional, como, é do conhecimento geral, por via dos movimentos migratórios.

Impõem-se pois ao longo de todos os dias de todos os anos, mas com uma significância muito própria e objetiva, neste Dia Mundial da População, medidas eficientes e a atitude consciente de cada um de nós, de modo direto sensibilizando para esta problemática os mais novos, no sentido de construção de uma sociedade fundamentada no respeito pelas diferenças, quer sejam culturais, sociais ou raciais.

Um Lampião mais humano no espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”

Com Direção de José Pimentel, encenação reúne 80 atores e figurantes em Serra Talhada, no Sertão pernambucano, terra natal de Virgulino Ferreira da Silva, para recontar sua história de vida por outro viés, a do homem que tanto falava de morte quanto de amor


Há 76 anos o terrível encontro entre militares do Governo Getulista e cangaceiros liderados por Lampião e sua esposa, Maria Bonita, estes pegos de surpresa e quase sem nenhuma reação na madrugada do dia 28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, praticamente pôs fim a chamada Era do Cangaço. Em meio às árvores retorcidas da caatinga e resultando num verdadeiro banho de sangue no sertão nordestino, 11 integrantes do afamado bando, incluindo o casal líder, foram mortos e tiveram suas cabeças decepadas. Esta tragédia verdadeira é o tema da 3ª edição do grandioso espetáculo ao ar livre e gratuito de Serra Talhada “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, concebido a partir do texto dramático escrito pelo pesquisador do Cangaço, Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada, mesma cidade onde Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, nasceu. Mas o “molho” que rege toda esta história é o perfil apresentado deste homem, símbolo do Cangaço visto por outro viés, bem mais humano.

Numa realização da Fundação Cultural Cabras de Lampião, com patrocínio da Lei Rouanet, Empetur/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura Municipal de Serra Talhada, além de diversas empresas locais, a montagem, que teve sua estreia em julho de 2012, com absoluto sucesso, volta a ser apresentada na cidade de Serra Talhada, de 23 a 27 de julho, sempre às 20h, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária). Com entrada franca, a expectativa da organização do espetáculo é reunir mais de cinquenta mil pessoas nos cinco dias da temporada. A direção é do mestre de grandiosas produções teatrais ao ar livre no Estado, o diretor, ator, dramaturgo e iluminador José Pimentel, e conta na equipe com 40 atores, 40 figurantes e 40 profissionais, divididos entre equipe técnica e administrativa.

Com larga experiência adquirida em montagens como Paixão de Cristo da Nova Jerusalém, Paixão de Cristo do Recife, O Calvário de Frei Caneca, Jesus e o Natal e Batalha dos Guararapes – Assim Nasceu a Pátria e Revolução de 1817, José Pimentel foi convidado pela organização do espetáculo, o casal Anildomá Willans e Cleonice Maria (que conheceu quando foi convidado a ser jurado em um festival de teatro serratalhadense anos atrás), e aceitou o convite por ter estreita ligação com o tema do Cangaço. “Lampião me faz recordar meu pai, Virgínio Albino Pimentel, que costumava me contar a história de que o encontrou duas vezes, antes mesmo de eu nascer. Meu pai comprava porcos nos sítios para vender nos matadouros e, numa dessas viagens, deparou-se com o bando de Lampião. Mas eles fizeram amizade e até um banquete foi promovido. Tinha uma foto lá em casa com meu pai vestido de cangaceiro e usando os dois punhais que ele ganhou de presente! Por isso, desde pequeno, eu ouvia falar bem de Lampião, que para mim sempre foi um herói. Até por não ter matado meu pai”, brinca. É este Lampião mais humano, mais gente, segundo Pimentel, quem permeia o espetáculo. “Certamente é um Lampião menos ruim do que o povo imagina. É o Lampião de Domá”, finaliza, referindo-se ao apelido do autor do texto.

Pesquisador afamado do Cangaço, Anildomá Willans de Souza possui quatro obras já publicadas nesta temática, Lampião, o Comandante das Caatingas, Xaxado: Dança de Guerra dos Cangaceiros de Lampião, Nas Pegadas de Lampião e Lampião: Nem Herói Nem Bandido – A História. Foi a partir de suas conclusões ao reconstruir esta tão controversa trajetória, que decidiu enveredar-se na dramaturgia, mas tentando assumidamente humanizar a figura de seu personagem principal. “O cangaceiro violento, bandido, que não abre um sorriso, já está retratado por aí... Eu quis mostrar o outro lado deste homem, que chora, se apaixona, sente medo da morte pressentida, faz declarações de amor. Um Lampião diferente, mais gente, e que não é somente meu: um Lampião com alma. Que fala de morte, sim, mas também de amor. Que desafia o inimigo com um punhal, mas, ao clarão da lua sertaneja, declara-se poeticamente à mulher amada. Essa é a dualidade que me interessa”, defende Anildomá.

O Espetáculo
“O Massacre de Angico – A Morte de Lampião” reconta a vida do Rei do Cangaço, desde o desentendimento inicial de sua família com o vizinho fazendeiro, Zé Saturnino, ainda em Serra Talhada. Para evitar uma tragédia iminente, e que de fato aconteceu, seu pai, Zé Ferreira, fugiu com os filhos para Alagoas, mas acabou sendo assassinado por vingança. Revoltados e para fazer justiça com as próprias mãos, Virgulino Ferreira da Silva e seus irmãos entregaram-se ao Cangaço, movimento que deixou muito político, coronel e fazendeiro apavorado nas décadas de 1920 e 1930 no Nordeste. Temidos por uns e idolatrados por outros, os cangaceiros serviram como denunciantes das péssimas condições sociais daquela época, tanto que a honra e bravura de Lampião foram decantadas pelos poetas populares, ao mesmo tempo em que o Governo o via como uma doença que precisava ser eliminada.

Foi com a decisão do então presidente da República, Getúlio Vargas, que as tropas militares conseguiram preparar, após diversas tentativas, uma emboscada para Lampião e sua tropa em local propício, de única entrada e saída, em Angico. Mas até sua morte, outros fatos importantes da trajetória deste homem que marcou a história do Brasil, afamado como herói e bandido, são revelados, como: seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exército Patriótico; as demonstrações de liderança e guerrilha nas visitas aos sete estados do Nordeste; seu amor à esposa, Maria Bonita, com frases poéticas ditas à luz do luar; a festa da cabroeira dançando xaxado e coco; e até a traição de Pedro de Cândida, coiteiro que foi torturado pelos militares e acabou entregando o local de repouso dos cangaceiros em terras sergipanas.

No elenco, atores da própria Serra Talhada, mas também do Recife e Olinda, além da atriz/cantora Roberta Aureliano, que interpreta Maria Bonita e é natural de Maceió, Alagoas, mas que passou toda a infância em Serra Talhada. O ator e dançarino Karl Marx, de apenas 23 anos, vive o protagonista. Integrante do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, ele comemora 10 anos à frente do mesmo papel, em outras montagens. “A responsabilidade é grande porque se trata de um personagem que mexe com a imaginação das pessoas, que influenciou a cultura popular sertaneja, os valores morais e até o modo de viver do nosso povo. Pra mim, que sou da terra de Lampião, que nasci e me criei ouvindo contos sobre esses homens que escreveram nossa história com chumbo, suor e sangue, me sinto feliz e orgulhoso pela oportunidade de revelar seu lado humano, suas emoções, seus medos e todos os elementos que o transformaram nessa figura mítica. Este trabalho é mais do que um desafio profissional. É quase uma missão de vida, ainda mais quando se trata de Cangaço, tema polêmico que gera divergências, contradições e até preconceitos”, revela ele.

Também como atores, José Pimentel (Zé Ferreira, pai de Lampião e soldado com voz em off), Juliana Guerra (Sinhá), Sebastião Costa (Tenente Zé Lucena, soldado da tortura e da decapitação), Gildo Alves (Zé Saturnino), Jadenilson Santos (Padre Cícero), Gorete Lima (D. Bela), Lúcio Fábio (Luiz Pedro), Carlos Amorim (Zé Sereno), Gilberto Gomes (Jiboião), Feliciano Félix (Getúlio Vargas), Karine Gaya (Sila), Dany Feitoza (Enedina), Anny Ldeney Araújo (Dulce) e Carlos Silva (Pedro de Cândida), além de Beto Filho, Humberto Cellus, Marcos Fabrício, Eriane Freitas, Jefferson Firmino, Rodrigo Roberto, Manoel dos Santos Lima, Diego Morais, Manoel Soares da Silva, Rubens Alves Ferraz, Leandro, Soares de Melo, Cristiano Vitorino, José Leonardo Barbosa, Nivaldo Nascimento, Edvaldo Severino, Alex Sandro Pereira e Francisco das Chagas, entre outros.

Ambientada em cima de uma ribanceira de terra batida, mas com visão privilegiada para todos, a encenação acontece durante 1h30 contando com uma arrojada trilha sonora (que, além das vozes gravadas dos intérpretes, inclui obras de Chico Science a clássicos franceses, além de músicas do cancioneiro popular, como Mulher Rendeira e a canção Se Eu Soubesse, na voz da atriz e cantora Roberta Aureliano, intérprete de Maria Bonita), iluminação detalhista e muitos efeitos especiais, estes últimos, assim como os cenários, assinados pelo mago da cenografia pernambucana Octávio Catanho (Tibi), parceiro de José Pimentel em todos os seus outros trabalhos. A assistência de direção é de Pedro Francisco de Souza. No total, o projeto está orçado em R$ 600 mil e deve atrair ainda mais turistas a Serra Talhada, berço do grande homem do Cangaço.

Algumas curiosidades:

Esta é a primeira vez que José Pimentel dirige um texto para teatro ao ar livre que não é seu.

No início de sua carreira, Pimentel participou da encenação de Lampião, de Rachel de Queiroz, em 1955, pelo Grupo Dramático Paroquial de Água Fria, sob direção de Octávio Catanho, vivendo um dos irmãos de Virgulino Ferreira da Silva; e no cinema viveu também outros cangaceiros nos filmes Riacho de Sangue, A Noite do Espantalho e Faustão (nestes dois últimos, bem estilizados).
Mais detalhes: www.omassacredeangico.com.br

Entrevistas:
José Pimentel - Diretor do Espetáculo "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião: (81) 9977 - 3739.
Anildomá Willians de Souza - pesquisador e autor do espetáculo: (87) 9918 - 5533.
Cleonice Maria - presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião (Produção): (87) 9938 - 6035.
Karl Marx - ator que vive Lampião e produtor: (87) 9661 - 8811.

Sonora Brasil apresenta Octeto do Polyphonia Khoros

De 15 a 28 de julho, o Sesc traz ao estado o Octeto do Polyphonia Khoros (SC), com apresentações gratuitas em 12 cidades. A programação faz parte da 17ª edição do Circuito Sonora Brasil - Formação de Ouvintes Musicais, o maior projeto de circulação musical do país. Os músicos passam por Goiana (15), Surubim (16), Caruaru (17), Garanhuns (19), Arcoverde (20), Buíque (21), Ibimirim (22), Floresta (23), Triunfo (24), Bodocó (26), Araripina (27) e Petrolina (28).

O Polyphonia Khoros é um grupo coral da cidade de Florianópolis (SC) que está em atividade desde 2001. Com repertório eclético, com ênfase na música do século 20 e 21, o grupo regido pela maestrina Mércia Mafra Ferreira mantém um trabalho de excelência na área se destacando no cenário musical do estado de Santa Catarina.

Através do Instituto Polyphonia, entidade sem fins lucrativos, o coro, que conta hoje com 28 cantores, promove a prática e a apreciação da música vocal, formando jovens cantores líricos e amplas plateias. O Octeto é formado por uma representação do grupo e é composto por quatro vozes masculinas: Fernando de Carli e Tobias Andreas Weege (tenores), Javier Venegas e Leonardo Barbi (baixos) e quatro vozes femininas: Grasieli Fachini e Natacha de Carli (soprano), Débora Almeida e Luciana Lira (contraltos).

Sonora Brasil – O Sonora tem a proposta de despertar um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país. Todas as apresentações são essencialmente acústicas, valorizando qualidade das obras e de seus intérpretes. Desde a sua primeira edição, em 1998, já passaram pelo Sonora Brasil cerca de 60 grupos, em mais de 3.500 apresentações por todo o país, alcançando um público superior a 500 mil espectadores.

Sr.BRASIL

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Companhia de dança caruaruense é contratada por Margareth Menezes

A companhia de dança do bailarino Marcos Mercury que participou dos shows de Margareth Menezes e do cantor Valdir Santos, durante o São João de Caruaru, no Parque de Eventos Luiz Gonzaga, foi contratada de forma integral pela cantora Margareth Menezes.

O coreografo, bailarino e ator Marcos Mercury não escondeu a felicidade pelo convite da cantora "Fico muito feliz com o convite da cantora Margareth, já nos apresentamos ao seu lado três vezes, o que mostra que ela gostou do nosso trabalho”.

Com informações da Assessoria
Da redação Caruaru360Graus

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Fábrica de Criação Popular em Triunfo - PE comemora dois anos

Neste sábado (12), a Fábrica de Criação Popular do Sesc em Triunfo comemora dois anos de funcionamento com uma programação gratuita valorizando a cultura da região. Durante todo o dia, das 10h às 22h, o público irá conferir recitais, repente, apresentações artísticas e da cultura popular.

Criada com o objetivo de oferecer um espaço cultural para a população de Triunfo, a Fábrica de Criação Popular abriga um acervo com obras de artistas locais e da região do Alto Pajeu, uma galeria de artes, salas para realização de oficinas artísticas e cursos de música, um café e um pátio para apresentações culturais.

Confira a programação

10h às 11h — Na corda da poesia
Retrato 3 x 3 (Poetas Alexandre Morais, Genildo Santana e Zé Adalberto)
Repentistas
Local—Feira Livre (Praça José Veríssimo Júnior)

16h às 17h — Farra Poética
Poetas triunfenses e participação da Academia Triunf. de Letras e Artes
Local— Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

17h às 19h — Feira da Fábrica
Artesanato
Música
Literatura
Local— Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

18h às 18h30 — Ritos e Bênçãos
Momento ecumênico
Local— Fábrica de Criação Popular

19h às 20h — Festa na Fábrica
Bacamarteiros
Jéssica e Oz Gatos Mouriscos
Local— Fábrica de Criação Popular

20h às 22h — Celebração, música e poesia
Henrique Brandão e grupo Xaxado e poesia
Local—Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro

10 de Julho dia da Pizza

O Dia da Pizza é comemorado desde 1985. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração.

A pizza, no formato que conhecemos hoje, surgiu no século XVI, quando os tomates, oriundos da América, foram introduzidos na culinária européia. Considerada alimento dos pobres do sul da Itália, era preparada com ingredientes baratos como alho, peixes e queijo. No começo do século XX, imigrantes italianos trouxeram para a América o disco mais delicioso das mesas brasileiras. Em 1905, surge a primeira pizzaria nos EUA: a Lombardi"s. No Brasil, diversos nomes são apontados por historiadores como os primeiros pizzaiolos, dentre eles o napolitano Carmino Corvino, que abriu sua Dom Carmenielo no bairro do Brás, em São paulo.

Existe certa polêmica acerca da origem da pizza. Embora quase todos pensem que o prato é invenção italiana, registros históricos apontam os egípcios como pioneiros ao criarem uma massa à base de farinha com água. Babilônios, gregos e hebreus também assavam massas misturando farinha de trigo e água em fornos rústicos ou tijolos quentes. No entanto, foram os napolitanos os primeiros a acrescentar temperos como manjericão a um disco de massa assado.

Após aterrissar no Brasil, a pizza, alimento típico de cidades industrializadas, acompanhou as transformações pelas quais passou o país ao longo das décadas. À semelhança da miscigenação racial que caracteriza este país, as pizzas produzidas por aqui passaram a ser conhecidas pela incrível variedade de formatos e sabores que acompanham as características de cada região brasileira. Na Bahia, por exemplo, a Companhia da Pizza serve pizzas de rapadura. Em Curitiba, o Avenida Paulista Pizza Bar oferece a seus clientes uma versão coberta com farofa crocante, sorvete de creme e, até, pétalas de rosas. Em Manaus, ingredientes como tucumã e cupuaçu entram na composição, e em Porto Alegre não poderia faltar a pizza de picanha.

As cidades de Nova Iorque e São Paulo se destacam quando o assunto é pizza. Embora a origem desse alimento seja européia, os verdadeiros devoradores se encontram do outro lado do oceano.

Qual é a origem da típica expressão brasileira "tudo acabou em pizza"?

Reza a lenda que a origem remonta à década de 50, e envolve os diretores da Sociedade Esportiva Palmeiras, time criado pela colônia italiana paulistana. Certo dia, após calorosa discussão envolvendo os diretores do clube, todos acabaram indo parar em uma pizzaria no Brás. Muitos cálices de vinho e fatias de pizza depois, os envolvidos na briga acabaram por deixar a confusão para trás, sem maiores conseqüências. Provém daí o significado popular da expressão "acabar em pizza": algo que parte do nada e não chega a lugar algum.

Coletiva de Imprensa: O Massacre de Angico – A Morte de Lampião

A Fundação de Cultura Cabras de Lampião convida para a coletiva que vai ser realizada no próximo dia 17, às 15h, no Museu da Cidade do Recife, localizado no Forte das Cinco Pontas. Na ocasião, vão ser detalhados os preparativos para a 3ª edição do espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”, que será encenado entre os dias 23 e 27 de julho, na Estação do Forró, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano. O evento, que é gratuito e atrai milhares de pessoas, espera reunir aproximadamente um público de 10 mil espectadores por noite. Além dos artistas envolvidos na peça, também participam da coletiva o autor do espetáculo, Anildomá Willians de Souza, o diretor José Pimentel, e a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria.

No espetáculo, o público vai conhecer a história que aconteceu ao leito de um riacho seco, em Angico, no sertão de Sergipe, onde os companheiros de Lampião, entre eles, sua mulher, Maria Bonita, foram assassinados no dia 28 de julho de 1938.

Dentro do enredo são mostradas cenas do passado marcante da história do Rei do Cangaço, como: suas desavenças com o primeiro inimigo José Saturnino, seu encontro com Padre Cícero para receber a patente de capitão do Exercito Patriótico, a determinação do presidente Getúlio Vargas em acabar com o cangaço e a sua morte e de Maria Bonita, juntamente com o bando.

As cenas são ligadas ao imaginário popular, em uma narrativa que mostra os fatos históricos construídos por meio de efeitos especiais de luz e trilha sonora.

O Massacre de Angico – A Morte de Lampião é uma história de TRAIÇÃO, AMOR E ÓDIO, que tem como palco os confins do sertão, na primeira metade do século passado.
Informações:

José Pimentel - diretor do espetáculo "O Massacre de Angico - A Morte de Lampião: (81) 9977-3739
Anildomá Willians de Souza - pesquisador e autor do espetáculo: (87) 9918-5533

"Encontros com o Cinema Brasileiro" reúne nomes do cinema internacional e nacional em julho no Rio de Janeiro

Andrea Stavenhagen, do festival de San Sebastián, durante a quinta edição do "Encontros com o Cinema Brasileiro". (Foto: Ancine)
Grandes nomes do cinema internacional estarão no Rio de Janeiro (RJ) para avaliar filmes nacionais. O Centro Cultural do Banco do Brasil será o palco da sexta edição dos "Encontros com o Cinema Brasileiro", entre os dias 17 e 19 de julho e 30 de julho e 1 de agosto.

O programa tem o objetivo de aumentar a visibilidade do cinema brasileiro no mercado internacional e é uma iniciativa da Agência Nacional de Cinema (Ancine), do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e apoio do programa Cinema do Brasil.

Nesta edição, estarão presentes o diretor artístico do Festival Internacional de Cinema de Roma, Marco Müller; o diretor do Festival do Novo Cinema Latino-Americano de Havana, Ivan Giroud; e o membro do comitê de seleção do Festival Internacional de Cinema Documentário de Amsterdã (IDFA), Raul Nino Zambrano.

Além disso, o evento também contará com a presença da convidada Raphaële Monnoyer, representante do Festival Biarritz América Latina. Ela assistirá os filmes junto ao representante do festival cubano.

O encontro aceitou inscrições de longa-metragem já finalizados e inéditos fora do território nacional. Também foram aceitas obras ainda não totalmente concluídas, mas com corte provisório e capazes de serem projetadas em formato 35mm ou Blue-Ray. As inscrições foram encerrardas na última terça-feira (7/7).

História
Esta é a segunda vez que os curadores dos festivais de Havana, Roma e do IDFA participam do programa Encontros com Cinema Brasileiro. Nas edições anteriores compareceram curadores dos festivais internacionais de Veneza, San Sebastián, Locarno, Sundance, Roterdã, Berlim e Cannes.

Cecília Pinto Coelho
Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura

Manhattan Café Theatro celebra Dia Mundial do Rock com show da banda The Beat Beatles

Cover da banda inglesa The Beatles, o grupo The Beat Beatles volta ao palco do Manhattan Café Theatro esta semana para dois dias de shows, em comemoração ao Dia Mundial do Rock, que será celebrado no próximo domingo, dia 13 de Julho. Porém, as apresentações acontecem nesta sexta (11) e sábado (12), quando a casa comemora a data antecipada, a partir das 21h. A abertura das noites fica a cargo dos Garçons Cantores.

Composta por cinco integrantes, a banda cover brasileira The Beat Beatles possui uma legião de fãs no Recife e seu show é um verdadeiro espetáculo, onde conta, através da sua apresentação, toda a trajetória musical dos Beatles. O repertório do grupo inclui os grandes clássicos da banda inglesa, como “Till There Was You”, “She Loves You”, “I Want To Hold Your Hand”, “Help”, “Yesterday”, “Let It Be” e “Hey Jude”, baseado nas três principais fases: a Beatlemania, a fase psicodélica e a fase final. Ainda no setlist, alguns sucessos da carreira solo dos integrantes. “O show é sempre uma celebração da mensagem de paz e amor que os Beatles nos deixaram e um revival das músicas que marcaram época e gerações”, afirma Fábio Colombini, vocalista da banda cover. “Se apresentar no Manhattan é sempre um prazer”, completa ele, referindo-se a casa.

O couvert artístico individual custa, para cada dia, a partir de R$ 80. O Manhattan fica na Rua Francisco da Cunha, 881 - Boa Viagem. Mais informações pelo fone (81) 3325 - 3372.

Curso de Produção em Quadrinhos lança fanzine

As duas turmas do curso “Deleitura: de quadro a quadro” apresentam os seus trabalhos finais em fanzines durante esta semana. O lançamento do fanzine “Sotão HQ” acontece próxima sexta (11), a partir das 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), e dia 6, foi a vez do lançamento do “Zona HQ” em Goiana. O curso, realizado com apoio cultural do MAMAM e Sesc Ler Goiana, foi criado pela Livrinho de Papel Finíssimo em parceria com a Fabrica-si e Núcelo de produção Engenho Digital, e recursos do Funcultura – Fundo de Cultura de Pernambuco.

De maio a julho, o curso de produção de quadrinhos atendeu 50 alunos, com carga horária de 128 horas/aulas, e turmas em Recife e Goiana, sendo estruturado em quatro módulos: Concepção e Roteiro; Ilustração, Arte-Finalização e Publicação. O produto final do projeto foram os fanzines, que estão sendo lançados agora, com os trabalhos desenvolvidos no decorrer do curso pelos alunos. Ao longo dos encontros, cada participante desenvolveu a sua história desde a concepção do roteiro até o pensamento sobre a divulgação e distribuição dos livretos.

O acesso às atividades e material necessário foi totalmente gratuito. As 50 vagas oferecidas foram disputadas por 133 candidatos que enviaram textos sobre seu envolvimento com as HQs e sua expectativa com relação ao curso. As aulas aconteceram no MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Recife) e no Sesc Ler Goiana.

A oficina contou com a participação de Sabrina Carvalho, produtora e editora de livros; Camilo Maia, designer gráfico formado pela UFPE e fanzineiro de longa data; Tiago Acioli, que desenvolve atividades na área de mediação pedagógica em museus, psicologia educacional infantil e como professor de artes plásticas em escolas municipais do Recife; e Rodrigo Acioli, historiador, escritor e roteirista de quadrinhos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

09 de Julho dia da Revolução Constitucionalista

Um dos mais importantes acontecimentos da história política brasileira ocorridos no Governo Provisório de Getúlio Vargas foi a Revolução Constitucionalista de 1932, desencadeada em São Paulo. Foram três meses de combate, que colocaram frente a frente nos campos de batalha forças rebeldes e forças legalistas.

Quando Getúlio Vargas subiu ao poder, após o golpe de 1930, não respeitou a autonomia de São Paulo, nomeando um Interventor de fora, não conservando seu Presidente (nessa época os governadores eram denominados Presidentes).
Isso desgostou os paulistas, sobretudo os dirigentes do Partido Republicano Paulista (PRP), que não se conformavam com o fato de São Paulo estar sendo comandada por um "estranho".

No dia 25 de janeiro de 1932, aniversário da cidade, houve um imenso comício na Praça da Sé, colorido com bandeiras do município. Partidos políticos que eram rivais estavam unidos.

O descontentamento foi aumentando e o povo se revoltou.

Em 22 e 23 de maio, estudantes e populares queimaram e empastelaram as redações dos jornais ditatoriais e, nesse conflito, foram mortos quatro estudantes de Direito: Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo. O nome dos quatro serviu para no futuro designar o movimento paulista: MMDC. O primeiro a morrer foi Camargo, justamente o estudante que era casado e pai de três filhos.

A idéia de revolução tomou conta de todos, sem distinção de classe social. São Paulo estava confiante da vitória, pois contava com o apoio dos militares de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Mas somente Mato Grosso manteve-se leal a SP. O comandante da Revolução era o general Isidoro Dias Lopes, apoiado fortemente pelo contingente de Mato Grosso, comandado pelo general Bertoldo Klinger.

No dia 9 de julho de 1932, o Interventor Pedro de Toledo telegrafava ao ditador Getúlio Vargas: "Esgotados os meios que ao meu alcance estiveram para evitar o movimento que acaba de se verificar na guarnição desta Região ao qual aderiu o povo paulista, não me foi possível caminhar ao revés dos sentimentos do meu povo". Começava a Revolução Constitucionalista.

A revolução teve apoio de amplos setores da sociedade paulista.

Pegaram em armas intelectuais, industriais, estudantes e outros segmentos das camadas médias, políticos ligados à República Velha ou ao Partido Democrático. O que os movia era principalmente a luta antiditatorial.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas; Soleis

Curso de iniciação da Escola Pernambucana de Circo abre inscrições

Os interessados em participar do curso de iniciação às artes circenses da Escola Pernambucana de Circo tem até sexta-feira (11) para se inscrever. O curso é voltado para jovens de 16 a 29 anos e tem como modalidades a acrobacia aérea (trapézio, tecido e lira) e acrobacia de solo (pirâmide humana e mão a mão).

Aqueles que tiverem interesse em participar do curso devem comparecer à sede da instituição, no bairro da Macaxeira, no Recife, portando cópia da identidade ou certidão de nascimento, foto 3x4, atestado médico de integridade física e comprovante de residência. A ficha de inscrição deve ser apresentada preenchida junto a documentação.

O curso será realizado entre agosto e novembro de 2014, com aulas às terças, quartas e quintas, sempre de 19h às 21h30. Ao todo, 30 vagas estarão disponíveis. As regras para participar da seleção, assim como a ficha de inscrição, estão disponíveis na página da instituição (http://www.escolapecirco.org.br/).

A Escola Pernambucana de Circo fica localizada na Avenida José Américo de Almeida, número 5, no bairro da Macaxeira. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3266-0050.

Fafá de Belém Acústico em Recife

A cantora volta ao Recife com única apresentação, Fafá de Belém traz seus sucessos para a capital pernambucana das noites cariocas do Rio de Janeiro dos anos 70. O espetáculo será acústico, com voz e piano. O show acontecerá no Teatro Rio Mar, no dia 1° de agosto, às 21h.

O Maestro Cristóvão Bastos, no piano, acompanhará a cantora, que tem 20 canções no seu repertório, relembrando sucessos de sua carreira. Entre elas, Escândalos, de Caetano Veloso, Sob Medida, composta por Chico Buarque e Andança de Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho.

A capital pernambucana é a quarta cidade que receberá o show Acústico, o espetáculo já passou pelo Rio e São Paulo que teve casa lotada. Os Ingressos custam R$ 140 (plateia) e R$ 120,00 (balcão), com direito à meia entrada, à venda na bilheteria do teatro. Mais informações: (81) 9558.3616.

Pronatec oferece cursos para profissionais do audiovisual

Você sabe quem foi o responsável pelos colares, pentes e leques de Carlota Joaquina, Princesa do Brasil, no filme de Carla Camurati? Ou quem fez a dublagem de Blue, no filme Rio?

Para se fazer um filme, são necessários centenas de profissionais, como aderecista e dublador. Essas funções são tão importantes para a qualidade do filme quanto a dos atores e diretores, já que o cinema é uma arte feita em equipe. Basta lembrar o tamanho dos créditos que sobem quando um filme acaba. São inúmeros profissionais como assistentes de produção, auxiliares de cenotecnia, editores de VT, eletricistas, figurinistas, iluminadores, maquiadores e muito mais.

A Lei da TV Paga (12.485/2011) aumentou a demanda por produções audiovisuais independentes brasileiras, sobretudo por parte dos canais de TV paga. Com isso, cresceu a necessidade de formação e capacitação de novos profissionais para o mercado. Para atender a essa demanda, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação, vai oferecer cursos gratuitos para suprir a carência de mão de obra técnica do setor, estimada em pelo menos 5 mil postos de trabalho.

Os cursos do Pronatec visam capacitar jovens para funções técnicas da produção audiovisual como operador de áudio, operador de câmera, roteirista de animação, sonoplasta tradutor e elaborador de legendas, animador em stop motion, desenhista de animação, projecionista de exibição cinematográfica digital, aderecista, dubladores, assistentes de produção, auxiliares de cenotecnia, editores de VT, eletricistas, figurinistas, iluminadores e maquiadores.

O Pronatec Audiovisual focaliza os gargalos de mão de obra e oferece a melhor capacitação técnica desses profissionais por meio de cursos de atualização e, em especial, pela capacitação de jovens para funções técnicas.

O Pronatec Audiovisual faz parte do eixo de capacitação e formação profissional do programa Brasil de Todas as Telas. Os cursos serão oferecidos inicialmente nas cidades de Belém, Manaus, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Futuramente, serão oferecidos em outras cidades.

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) já está em contato com as instituições que oferecerão os cursos para definir o cronograma e número de vagas em cada curso.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura