A
companhia inglesa Story Box Theatre traz o espetáculo “Punch and Judy”
para a 9ª edição do SESI Bonecos. Um dos artistas precursores do Punch
Show no Reino Unido, Rod Burnett, manipula com versatilidade os bonecos
que vivem no “The Punch and Judy Theatre”, viajando pelo mundo inteiro.
Recife: 10 e 11/11
Horário: A partir das 17h30 às 20h30
Local: Parque 13 de Maio
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
04 de Novembro dia do Inventor
Como seria a vida sem as invenções? Hoje, a gente já está acostumado com tudo o que existe e nem pára para pensar como surgiu a geladeira, o carro, o avião, o microondas, o telefone, a televisão, o computador... A idéia de inovar e inventar vem desde a idade da pedra. O homem das cavernas criou a roda, descobriu como fazer o fogo e, hoje, são fabricados foguetes para desvendar os mistérios do Espaço! O mais famoso inventor brasileiro é Santos Dumont. Chamado de pai da aviação, Santos Dumont foi o primeiro a conseguir fazer voar uma aeronave movida a motor mais pesada que o ar. Mas não pense que foi fácil.
Genes de crianças com o TDAH podem levá-las ao tabagismo na idade adulta
O transtorno do deficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um
distúrbio neurobiológico complexo, altamente hereditário, que aparece na
infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a vida. Devido
aos sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade, ele é conhecido
por afetar negativamente as relações sociais e dificultar as
realizações acadêmicas e profissionais. Além disso, as taxas de abuso no
uso de drogas em pessoas com TDAH são elevadas, sendo que o tabagismo é
um dos principais destaques. Apesar de a correlação entre o transtorno e
o vício em nicotina ser conhecida, um estudo canadense mostrou, pela
primeira vez, que crianças com TDAH compartilham fatores genéticos que
as predispõem a se tornarem adultos fumantes.
A
partir da análise de amostras de sangue de 454 crianças entre 6 e 12
anos com TDAH, cientistas do Douglas Mental Health University Institute,
em Montreal, pesquisaram cinco variações de polimorfismo de nucleotídeo
único (SNP, na sigla em inglês), consideradas indicadores de alto risco
para o tabagismo. O resultado mostrou que uma dessas variações estava
mais presente nas crianças com TDAH do que no restante da população. Com
isso, os especialistas sugerem que essa seria uma alteração comum entre
os dois problemas, que poderia explicar sua ocorrência concomitante.
sábado, 3 de novembro de 2012
3 de Novembro dia do Direito de Voto à Mulher
Hoje
no Brasil o direito ao voto é assegurado a todos os cidadãos. Mas nem
sempre foi assim. Em 1822, um pouco depois da independência do País, só
votavam os homens brancos e ricos. Os pobres não tinham esse direito, e
os negros eram escravos, portanto serviçais, as mulheres nem pensar.
Faz
só 78 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas
eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral
Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não
foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com
autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem
votar.
As
restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no
Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o
voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só
passou a ser obrigatório em 1946
Naquele
mesmo ano, a professora Celina Guimarães de Mossoró (RN), se tornou a
primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral. A conquista
regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do "voto
de saias" para todo o país.
A
primeira mulher escolhida para ocupar um cargo eletivo é do Rio Grande
do Norte. Foi Alzira Soriano, eleita prefeita de Lajes, em 1928, pelo
Partido Republicano. Mas ela não terminou o seu mandato. A Comissão de
Poderes do Senado anulou os votos de todas as mulheres.
Projeto Cultura Livre nas Feiras em Limoeiro
![]() |
| Cultura Livre nas Feiras em Limoeiro |
Neste sábado (03/11), os Bonecos Gigantes de Feira Nova irão percorrer todo o Pátio da Feira, a partir das 08h.
Serviço:
Projeto Cultura Livre nas Feiras em Limoeiro
Sábado (03/11), às 08h
No Pátio da Feira, em frente à Prefeitura de Limoeiro
Programação da 4ª etapa do Sonora Brasil
4º Circuito
Truvinca e Grupo - PE
31 de outubro
Local: Teatro Capiba – Sesc Casa Amarela
Endereço: Rua Professor José dos Anjos, 1109, Mangabeira - Recife - PE
Informações: (81)3267-4400
Horário: 20h
Horário: 20h
01 de novembro
Local: Sesc PiedadeEndereço: Rua Goiana s/n - Piedade - Jaboatão dos Guararapes - PE
Informações: (81) 3361-0097
Horário: 20h
03 de novembro
Local: Sesc Ler São Lourenço da MataEndereço: Avenida das Pêras, 56, Tiúma, São Lourenço da Mata – PE
Informações: (81) 3525-9033
Horário: 20h
04 de novembro
Local: Piancó RecepçõesEndereço: Rua Antonio Benvindo, 198, Centro, Surubim - PE
Informações: (81) 3634-5280
Horário: 20h
05 de novembro
Local: Teatro Rui Limeira Rosal – Sesc CaruraruEndereço: Rua Rui Limeira Rosal, S/N - Petrópolis, Caruaru - PE
Informações: (87) 3721-2368
Horário: 20h
06 de novembro
Local: Sesc Ler Belo JardimEndereço: Distrito Industrial II, s/n, Nossa Senhora Aparecida, Cohab III – Belo Jardim – PE
Informações: (81) 3726-1576
Horário: 20h
08 de novembro
Local: Sesc GaranhunsEndereço: Rua Manoel Clemente, 136, Centro, Garanhuns - PE
Informações: (87) 3761-2658
Horário: 20h
09 de novembro
Local: Teatro Geraldo Barros - Sesc ArcoverdeEndereço: Rua Capitão Arlindo Pacheco, 364, Centro, Arcoverde - PE
Informações: (87) 3821-0864
Horário: 20h
10 de novembro
Local: Biblioteca Municipal Graciliano RamosEndereço: Rua Coronel Antônio Cavalcanti, s/n(próximo à Rodoviária), Buíque - PE
Telefone do Sesc: (87) 3855-2230
Horário: 20h
11 de novembro
Local: Centro do Idoso (antigo Mercado Municipal)Endereço: -
Informações: (87) 3821-0864
Horário: 20h
12 de novembro
Local: Auditório da Escola Deputado Afonso FerrazEndereço: Audomar Ferraz – Centro - Floresta
Informações: (87) 3846-2800
Horário: 20h
13 de novembro
Local: Theatro Cinema GuaranyEndereço: Rua Praça Carolino Campos, S/N, Centro, Triunfo - PE
Informações: (87) 3846-2800
Horário: 20h
15 de novembro
Local: Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo SocorroEndereço: Praça da Matriz - Centro - Santa Cruz da Baixa Verde - PE
Informações: (87) 3846-2800
Horário: 20h
16 de novembro
Local: Salão Paroquial da Igreja de São PedroEndereço: Rua Cícero Bezerra, S/N, Centro, Bodocó - PE
Informações: (87) 3878-1724
Horário: 20h
17 de novembro
Local: Sesc Ler em AraripinaEndereço: Rua Vereador José Barreto de Alencar, S/N, Centro, Araripina - PE
Informações: (87) 3873-0812
Horário: 20h
18 de novembro
Local: Cine Teatro Laudimiro DelmondesEndereço: Trindade - PE
Informações: (87) 3873-0812
Horário: 20h
18 de novembro
Local: Sesc PetrolinaEndereço: Rua Pacífico da Luz, 618, Centro, Petrolina - PE
Informações: (87) 3866-7474
Horário: 20h
Tumba de princesa faraônica é descoberta no Egito
A tumba de uma princesa faraônica da V dinastia (2.500 a.C.) foi
descoberta na região de Abu Sir, 25km ao sul do Cairo, anunciou nesta
sexta-feira o ministro das Antiguidades egípcio, Mohamed Ibrahim.
"Descobrimos a antecâmara da tumba da princesa faraônica Shert Nebti, em cujo centro há quatro colunas de calcário", anunciou Ibrahim. As colunas apresentam "hieroglifos com o nome da princesa e seus títulos", acrescentou.
"Foi a missão do Instituto Tcheco de Egiptologia, ligado à faculdade de letras da universidade Carlos de Praga, que descobriu a tumba", diz a nota do ministro.
Segundo Ibrahim, "a descoberta da tumba marca o começo de uma nova era na história das sepulturas de Abusir e Saqqara, após a exploração da parte sul da tumba".
"Foram encontradas tumbas de empregados que não faziam parte da família real, 2km ao norte das sepulturas dos membros da realeza da V dinastia", assinalou o ministro.
Na tumba da princesa, a equipe tcheca também encontrou um corredor que começa no sudeste da antecâmara. Em sua parede, quatro aberturas levam a outras tumbas. Duas delas, do reinado de Dyedkera Isesi, pertencem a funcionários do alto escalão, e as outras duas estão sendo estudadas, afirmou o chefe da missão tcheca, Miroslav Barta.
No corredor, há quatro grandes sarcófagos de calcário contendo estatuetas, entre elas a de um homem acompanhado de seu filho.
"Descobrimos a antecâmara da tumba da princesa faraônica Shert Nebti, em cujo centro há quatro colunas de calcário", anunciou Ibrahim. As colunas apresentam "hieroglifos com o nome da princesa e seus títulos", acrescentou.
"Foi a missão do Instituto Tcheco de Egiptologia, ligado à faculdade de letras da universidade Carlos de Praga, que descobriu a tumba", diz a nota do ministro.
Segundo Ibrahim, "a descoberta da tumba marca o começo de uma nova era na história das sepulturas de Abusir e Saqqara, após a exploração da parte sul da tumba".
"Foram encontradas tumbas de empregados que não faziam parte da família real, 2km ao norte das sepulturas dos membros da realeza da V dinastia", assinalou o ministro.
Na tumba da princesa, a equipe tcheca também encontrou um corredor que começa no sudeste da antecâmara. Em sua parede, quatro aberturas levam a outras tumbas. Duas delas, do reinado de Dyedkera Isesi, pertencem a funcionários do alto escalão, e as outras duas estão sendo estudadas, afirmou o chefe da missão tcheca, Miroslav Barta.
No corredor, há quatro grandes sarcófagos de calcário contendo estatuetas, entre elas a de um homem acompanhado de seu filho.
Filme sobre Francisco Brennand ganha dois prêmios na Mostra Internacional de São Paulo
O documentário Francisco Brennand, sobre o artista
pernambucano, dirigido pela cineasta Mariana Brennand Fortes, ganhou dos
prêmios na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme
pernambucano O Som ao Redor também ganhou um prêmio especial, cedido pelo Itamaraty.
Francisco Brennand foi considerado o melhor filme pelo júri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema e melhor documentário segundo o Itamaraty.
PREMIAÇÃO
PRÊMIOS DO JÚRI – COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES
Melhor Filme de Ficção: PREENCHENDO O VAZIO, de Rama Burshtein (Israel)
Menção Honrosa para o Ator: EDIN HASANOVIC, do filme O PESO DA CULPA, de Lars- Gunnar Lotz (Alemanha)
Melhor Filme Documentário: WE CAME HOME, Ariana Delawari (Estados Unidos, Afeganistão)
PRÊMIOS DA CRÍTICA
Melhor Filme: A BELA QUE DORME, Marco Bellocchio (Itália, França)
Menção Honrosa: PERDER A RAZÃO, Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França, Suíça)
PRÊMIO ABRACCINE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE CINEMA) FRANCISCO BRENNAND, Mariana Brennand Fortes (Brasil)
PRÊMIO DO PÚBLICO
Melhor Filme de Ficção Brasileiro: COLEGAS, de Marcelo Galvão (Brasil, Argentina)
Melhor Filme de Ficção Estrangeiro: NO, de Pablo Larraín (Chile, França, Estados Unidos)
Melhor Documentário Brasileiro: SEMENTES DO NOSSO QUINTAL, de Fernanda Heinz Figueiredo (Brasil)
Melhor Documentário Estrangeiro: A COPA ESQUECIDA, de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni (Itália)
PRÊMIO DA JUVENTUDE
Melhor Filme Brasileiro: COLEGAS, de Marcelo Galvão (Brasil)
Melhor Filme Estrangeiro: TENHO 11 ANOS, de Genevieve Bailey (Austrália, Marrocos, Bulgária, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos, Suécia, China, Índia, República Tcheca, França, Tailândia, Japão, Alemanha)
PRÊMIO ITAMARATY
Melhor longa-metragem - Documentário: FRANCISCO BRENNAND, de Mariana Brennand Fortes (Brasil)
Melhor longa-metragem - Ficção: O SOM AO REDOR, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
Francisco Brennand foi considerado o melhor filme pelo júri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema e melhor documentário segundo o Itamaraty.
PREMIAÇÃO
PRÊMIOS DO JÚRI – COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES
Melhor Filme de Ficção: PREENCHENDO O VAZIO, de Rama Burshtein (Israel)
Menção Honrosa para o Ator: EDIN HASANOVIC, do filme O PESO DA CULPA, de Lars- Gunnar Lotz (Alemanha)
Melhor Filme Documentário: WE CAME HOME, Ariana Delawari (Estados Unidos, Afeganistão)
PRÊMIOS DA CRÍTICA
Melhor Filme: A BELA QUE DORME, Marco Bellocchio (Itália, França)
Menção Honrosa: PERDER A RAZÃO, Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França, Suíça)
PRÊMIO ABRACCINE (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE CINEMA) FRANCISCO BRENNAND, Mariana Brennand Fortes (Brasil)
PRÊMIO DO PÚBLICO
Melhor Filme de Ficção Brasileiro: COLEGAS, de Marcelo Galvão (Brasil, Argentina)
Melhor Filme de Ficção Estrangeiro: NO, de Pablo Larraín (Chile, França, Estados Unidos)
Melhor Documentário Brasileiro: SEMENTES DO NOSSO QUINTAL, de Fernanda Heinz Figueiredo (Brasil)
Melhor Documentário Estrangeiro: A COPA ESQUECIDA, de Lorenzo Garzella e Filippo Macelloni (Itália)
PRÊMIO DA JUVENTUDE
Melhor Filme Brasileiro: COLEGAS, de Marcelo Galvão (Brasil)
Melhor Filme Estrangeiro: TENHO 11 ANOS, de Genevieve Bailey (Austrália, Marrocos, Bulgária, Holanda, Reino Unido, Estados Unidos, Suécia, China, Índia, República Tcheca, França, Tailândia, Japão, Alemanha)
PRÊMIO ITAMARATY
Melhor longa-metragem - Documentário: FRANCISCO BRENNAND, de Mariana Brennand Fortes (Brasil)
Melhor longa-metragem - Ficção: O SOM AO REDOR, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
02 de Novembro dia de Finados
O dia 02 de Novembro é dedicado à memória dos mortos. Neste dia,
parentes e amigos visitam cemitérios para levar flores e orar por seus
entes queridos. Este costume nasceu há milhares de anos.
Povos da antiguidade homenageavam os mortos para garantir boas colheitas, pois acreditavam que eles podiam influir na plantação. Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores. Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
No século V a Igreja determinou que fosse dedicado um dia do ano para rezar-se pelos mortos. No século XVI esse dia passa a ter data fixa, logo após o Dia de Todos os Santos, 1º de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos. No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o 02 de novembro é dia de luto, contrição e roupas pretas, os mexicanos comemoram este dia com muita festa.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica. Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano.
Povos da antiguidade homenageavam os mortos para garantir boas colheitas, pois acreditavam que eles podiam influir na plantação. Ainda na fase inicial da Igreja Católica, os cristãos visitavam o túmulo dos mártires para orar, levando velas e flores. Embora esse costume seja eminentemente católico, muitas religiões homenageiam seus mortos de alguma maneira.
No século V a Igreja determinou que fosse dedicado um dia do ano para rezar-se pelos mortos. No século XVI esse dia passa a ter data fixa, logo após o Dia de Todos os Santos, 1º de novembro.
Em todos os países católicos do mundo o dia 02 de novembro é dedicado à memória dos mortos. No Brasil a data foi incorporada ao calendário oficial e neste dia é feriado nacional.
No México, país com uma cultura notadamente católica, o “Dia de los Muertos” é uma das datas mais importantes do país. Mas, diferentemente de outros países, onde o 02 de novembro é dia de luto, contrição e roupas pretas, os mexicanos comemoram este dia com muita festa.
Pelas ruas e cemitérios, amigos e parentes, vestidos de caveiras, organizam desfiles e festas para homenagear seus mortos. As comidas e bebidas preferidas dos finados são servidas, ao som de muita música típica. Dessa maneira, encaram a morte com mais naturalidade, ainda que o assunto seja um tabu para o ser humano.
Ministra da Cultura defende mais transparência no Ecad
Em reunião na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado
Federal, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, defendeu mais
transparência na gestão do Escritório Central de Arrecadação e
Distribuição (Ecad), entidade privada responsável por arrecadar e
distribuir direitos autorais.
“É preciso resolver a questão do Ecad”, defendeu Marta. A ministra informou que vai se reunir com os dirigentes da instituição, em data ainda não definida. “Eu já ouvi as críticas. Agora quero ouvir a parte deles”, disse.
A ministra argumentou que é necessária “uma proposta para resolver o problema dos direitos autorais, para que as obras sejam utilizadas para fins didáticos e para que os autores recebam o dinheiro”.
Para ilustrar a dificuldade que a legislação impõe ao acesso público de bens culturais, a ministra citou o caso da Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro, com mais de oito milhões de obras, que começou a digitalizar o acervo. “Temos que achar uma solução para que as pessoas e as escolas possam acessar o acervo e beneficiar o criador, para que ele possa viver da sua obra na internet”, disse.
A ministra disse que, embora a legislação tenha que ser mais clara, a Lei de Direito Autoral não é difícil de seguir. “O problema é que as pessoas a desrespeitam e a fiscalização na internet, assim como na televisão, é atrapalhada”, disse Marta.
“É preciso resolver a questão do Ecad”, defendeu Marta. A ministra informou que vai se reunir com os dirigentes da instituição, em data ainda não definida. “Eu já ouvi as críticas. Agora quero ouvir a parte deles”, disse.
A ministra argumentou que é necessária “uma proposta para resolver o problema dos direitos autorais, para que as obras sejam utilizadas para fins didáticos e para que os autores recebam o dinheiro”.
Para ilustrar a dificuldade que a legislação impõe ao acesso público de bens culturais, a ministra citou o caso da Biblioteca Nacional, localizada no Rio de Janeiro, com mais de oito milhões de obras, que começou a digitalizar o acervo. “Temos que achar uma solução para que as pessoas e as escolas possam acessar o acervo e beneficiar o criador, para que ele possa viver da sua obra na internet”, disse.
A ministra disse que, embora a legislação tenha que ser mais clara, a Lei de Direito Autoral não é difícil de seguir. “O problema é que as pessoas a desrespeitam e a fiscalização na internet, assim como na televisão, é atrapalhada”, disse Marta.
Acolhimento fraterno no Dia de Finados
Aproximamo-nos
do Dia de Finados, 2/11. Em Brasília/DF, no Templo da Boa Vontade, o Templo do
Ecumenismo dos Corações, aproveite a ocasião para homenagear seus entes
queridos que retornaram ao Mundo Espiritual. O ambiente de Paz do TBV, durante
as 24 horas do dia, é propício à prece, à manifestação dos sentimentos elevados
em prol daqueles que lhe deixaram saudades.
A MORTE DA MORTE
Achei
oportuno buscar alguns comentários que publiquei em “Somos todos Profetas”
(1999).
Chamo a
atenção dos que me acompanham no estudo das profecias para que também analisem
os versículos 13 e 14 dos capítulos 20 e 21 do Apocalipse de Jesus e os do
capítulo 11 do Seu Evangelho, segundo João, a seguir transcritos, em que vemos
o inacreditável ser firmemente anunciado: a morte da morte. Não como a ciência
terrena até o presente a imagina, por meio da criogenia, nem como ainda é do
entendimento de respeitáveis irmãos que se comprazem gravitando em torno do fim
do corpo perecível, como se o término da existência física decretasse a
cessação de tudo, esquecidos de que o Espírito antecede o soma e prossegue vivo
depois que este se desfaz. Mas a morte da morte está sentenciada no Apocalipse
e no Evangelho, levando todos à compreensão de que a existência das criaturas
de Deus é eterna e que “não há morte em nenhum ponto do Universo”, como
ensinava Alziro Zarur (1914-1979).
Apocalipse,
20:13 e 14 (O Juízo de Deus):
“13 E o
mar deu os mortos que estavam nele. A morte e o além entregaram os mortos que
neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.
“14 Então
a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago do fogo. E esta é a
segunda morte, o lago do fogo”.
Apocalipse,
21:4, 5 e 6 (Novo Céu, nova Terra e nova Jerusalém):
“4 E Deus
lhes enxugará dos olhos toda lágrima, não haverá mais morte, não haverá mais
luto, não haverá mais pranto, nem gritos, nem dor, porque as primeiras coisas
passaram.
“5 Então
Aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E
acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
“6
Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.
Eu, a quem tem sede darei de graça a beber da fonte da água da Vida Eterna”.
Evangelho
segundo João, 11:25 a 27 (A ressurreição de Lázaro):
“25 Disse
Jesus (a Marta, irmã de Lázaro, que Ele, pouco depois, tiraria da morte): Eu
sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;
“26 e
todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente. Crês nisto?
“27 Sim,
Senhor, respondeu ela, eu tenho crido que Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo
que devia vir ao mundo”.
“A MORTE É UM BOATO”
Tantas
vezes tenho-lhes recordado que o grande equívoco da Humanidade é pensar que a
morte acaba com tudo. Pelo contrário, como afirma Francisco de Assis, na sua
famosa prece, “é morrendo que nascemos para a Vida Eterna”. Diante disso, o
suicídio é um tremendo erro. Aquele que pensa matar-se descobre-se mais vivo do
que nunca do outro lado da existência e com muito mais problemas do que antes,
porque o seu Espírito não morre, e ele assim continuou vivo, bem vivo! Zarur dizia:
“A morte é um boato”.
José de Paiva Netto — Jornalista,
radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
01 de Novembro dia de Todos os Santos
Hoje, a Igreja Universal celebra a festa daqueles que se comprometeram com
Deus Pai, com o seu Reino de bondade, de justiça e de amor, e em nome de Jesus
Cristo assumiram de maneira radical com seus semelhantes. Por isso nesta festa,
todo o povo cristão, é convidado a entrar em comunhão com Deus e com todo o
homem de boa vontade. Como Jesus de Nazaré, somos convidados a fazer de nossa
vida uma eucaristia, uma oferenda viva.
Documentário mostra como Bezerra da Silva retrata o Brasil sob o olhar da periferia
Onde a coruja dorme, documentário sobre o pernambucano Bezerra
da Silva (1927-2005), será lançado nesta sexta-feira, no Cine Cento e
Quatro, em Belo Horizonte. Não se trata de cinebiografia, mas de uma
espécie de retrato artístico pintado coletivamente pelo próprio Bezerra e
por criadores dos sambas que ele gravou. Gente como Tião Miranda, que
trabalha com refrigeração; o bombeiro Pedro Botina, que ganha a vida
removendo cadáveres; o carteiro Claudinho Inspiração; o camelô Popular
P; 1.000tinho (sic); Walmir da Purificação; Roxinho; Adelzonilton e Nilo
Dias. Essa turma compôs sucessos como Malandragem dá um tempo (“vou apertar/ mas não vou acender agora”), Candidato caô caô e Minha sogra parece sapatão.
“As pessoas vão conhecer os compositores que fazem a glória da música de Bezerra da Silva”, afirma Simplício Neto, que dirigiu o filme em parceria com Márcia Derraik. O repertório genial veio de artistas anônimos – alguns nem são músicos profissionais. Muitas pérolas nasceram do batuque em caixa de fósforos ou em balcões de bar. “São visões da vida do brasileiro com a linguagem do samba, do humor e do protesto. Trazem o olhar das classes populares, da Baixada Fluminense e da periferia sobre temas muito atuais, como corrupção política, liberação das drogas e arrecadação de direitos autorais”, explica o diretor.
Bezerra da Silva teve o papel fundamental de trazer à luz essa produção. Até então, ressalta Simplício Neto, as comunidades não eram ouvidas sobre esses temas. A opção de filmar um “retrato coletivo” veio da constatação de que se ignorava quem, realmente, fez a cabeça de Bezerra da Silva.
Bezerra atuou quase como etnólogo e antropólogo: recolheu as canções de seus amigos, transcreveu-as e identificou seus autores. “Ele é um pouco curador”, resume Simplício. “Com gravador debaixo do braço, ele andou pelas comunidades, foi a lugares onde a coruja dorme, como dizem os músicos, procurando canções e autores. Esse material poderia ficar anônimo para sempre, virar folclore”, observa. O cineasta lembra que o pernambucano deixou obra inteligente, feita com talento, perspicácia e sensibilidade. “Ele era muito honesto. Inclusive, cuidou dos direitos autorais dos compositores”, elogia. O cineasta compara a ação de Bezerra da Silva à de Mário de Andrade como pesquisador e divulgador da cultura brasileira.
Onde a coruja dorme teve como ponto de partida o curta homônimo, lançado em 2001 e assinado pelos mesmos diretores, recém-formados em cinema. Quando apresentaram a ideia a Bezerra, ele reagiu rispidamente: “Elogio não enche barriga, é preciso dinheiro para filmar”. Mas apoiou o projeto quando soube que o documentário traria os compositores que ele gravou. Prêmios em editais de estímulo ao cinema permitiram a finalização e a distribuição do longa.
“Bezerra da Silva é respeitado pelo pessoal do rock e do hip-hop, que vê nele o samba contemporâneo, mas suas músicas ainda são raras nas rodas de samba. É preciso reconhecer o papel importante dele. Bezerra fez o partido-alto da Baixada”, defende Simplício Neto. “Falta a intelectualidade e a academia abrirem os olhos para essa arte. Os sambas de Bezerra devem voltar ao povo, de onde eles vieram”, completa.
Em 1990, Bezerra da Silva lançou o disco Eu não sou santo. Em entrevista ao Estado de Minas, explicou que suas canções eram retratos do cotidiano da favela. O cantor negou ser o inventor do estilo, recusou o rótulo de “sambandido” e criticou o pagode: “Isso não é gênero de música. Pagode é templo de povo asiático. E coisa de quem quer desmoralizar a profissão dos outros”.
Ele é o cara
Bezerra da Silva vendeu milhares de discos. Fez sucesso, mas não tocava no rádio. Tornou-se conhecido da classe média por meio de bandas como Barão Vermelho. O rapper Marcelo D2 gravou um disco homenageando sua obra. Com a caricatura do cantor que ilustra esta página, o cartunista Quinho, do Estado de Minas, venceu prestigiado salão de humor carioca.
“Ninguém queria as minhas músicas, pois eram consideradas música de vagabundo. Os compositores são pedreiros, bicheiros, camelôs, desempregados e favelados. A maioria mora na Baixada Fluminense. São pobres, mas têm o dom da inspiração.”
“As pessoas vão conhecer os compositores que fazem a glória da música de Bezerra da Silva”, afirma Simplício Neto, que dirigiu o filme em parceria com Márcia Derraik. O repertório genial veio de artistas anônimos – alguns nem são músicos profissionais. Muitas pérolas nasceram do batuque em caixa de fósforos ou em balcões de bar. “São visões da vida do brasileiro com a linguagem do samba, do humor e do protesto. Trazem o olhar das classes populares, da Baixada Fluminense e da periferia sobre temas muito atuais, como corrupção política, liberação das drogas e arrecadação de direitos autorais”, explica o diretor.
Bezerra da Silva teve o papel fundamental de trazer à luz essa produção. Até então, ressalta Simplício Neto, as comunidades não eram ouvidas sobre esses temas. A opção de filmar um “retrato coletivo” veio da constatação de que se ignorava quem, realmente, fez a cabeça de Bezerra da Silva.
Bezerra atuou quase como etnólogo e antropólogo: recolheu as canções de seus amigos, transcreveu-as e identificou seus autores. “Ele é um pouco curador”, resume Simplício. “Com gravador debaixo do braço, ele andou pelas comunidades, foi a lugares onde a coruja dorme, como dizem os músicos, procurando canções e autores. Esse material poderia ficar anônimo para sempre, virar folclore”, observa. O cineasta lembra que o pernambucano deixou obra inteligente, feita com talento, perspicácia e sensibilidade. “Ele era muito honesto. Inclusive, cuidou dos direitos autorais dos compositores”, elogia. O cineasta compara a ação de Bezerra da Silva à de Mário de Andrade como pesquisador e divulgador da cultura brasileira.
Onde a coruja dorme teve como ponto de partida o curta homônimo, lançado em 2001 e assinado pelos mesmos diretores, recém-formados em cinema. Quando apresentaram a ideia a Bezerra, ele reagiu rispidamente: “Elogio não enche barriga, é preciso dinheiro para filmar”. Mas apoiou o projeto quando soube que o documentário traria os compositores que ele gravou. Prêmios em editais de estímulo ao cinema permitiram a finalização e a distribuição do longa.
“Bezerra da Silva é respeitado pelo pessoal do rock e do hip-hop, que vê nele o samba contemporâneo, mas suas músicas ainda são raras nas rodas de samba. É preciso reconhecer o papel importante dele. Bezerra fez o partido-alto da Baixada”, defende Simplício Neto. “Falta a intelectualidade e a academia abrirem os olhos para essa arte. Os sambas de Bezerra devem voltar ao povo, de onde eles vieram”, completa.
Em 1990, Bezerra da Silva lançou o disco Eu não sou santo. Em entrevista ao Estado de Minas, explicou que suas canções eram retratos do cotidiano da favela. O cantor negou ser o inventor do estilo, recusou o rótulo de “sambandido” e criticou o pagode: “Isso não é gênero de música. Pagode é templo de povo asiático. E coisa de quem quer desmoralizar a profissão dos outros”.
Ele é o cara
Bezerra da Silva vendeu milhares de discos. Fez sucesso, mas não tocava no rádio. Tornou-se conhecido da classe média por meio de bandas como Barão Vermelho. O rapper Marcelo D2 gravou um disco homenageando sua obra. Com a caricatura do cantor que ilustra esta página, o cartunista Quinho, do Estado de Minas, venceu prestigiado salão de humor carioca.
“Ninguém queria as minhas músicas, pois eram consideradas música de vagabundo. Os compositores são pedreiros, bicheiros, camelôs, desempregados e favelados. A maioria mora na Baixada Fluminense. São pobres, mas têm o dom da inspiração.”
Sonora Brasil chega a Caruaru
No próximo dia 5 de novembro, o
pernambucano Heleno Pereira dos Santos, o Truvinca, e grupo chegam a
Caruaru com uma turnê que percorre o Estado, marcando a 4ª e última
etapa do projeto Sonora Brasil. O artista foi o representante local
escolhido para circular pelo Brasil no biênio 2011-2012, com o tema
Sotaques do Fole.
A
turnê começou na Capital, no Sesc Casa Amarela e Piedade e passou por
São Lourenço da Mata e Surubim. Em seguida, o Sonora Brasil contemplará
as cidades de Belo Jardim (dia 6), Garanhuns (dia 8), Arcoverde (dia 9),
Buíque (dia 10), Ibimirim (dia 11), Floresta (dia 12), Triunfo (dia
13), Santa Cruz da Baixa Verde (dia 15), Bodocó (dia 16), Araripina (dia
17), Trindade (dia 18) e Petrolina (dia 19).
Todas
essas cidades do Estado vão conferir de perto a sonoridade da sanfona
de oito baixos de Truvinca, instrumento que, por causa do nível de
dificuldade, é tocado por poucos, porém grandes nomes da música, como
Luiz Gonzaga e Arlindo dos Oito Baixos. Truvinca se apresenta
acompanhado de Alex da Zabumba e Otacílio do Triângulo, formação típica
nordestina de um trio pé-de-serra. O artista é consciente da importância
de preservar, difundir e manter vivo o repertório tradicional
representativo do Nordeste. A programação completa está disponível no
site www.sescpe.com.br.
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