sexta-feira, 16 de maio de 2014

Biografia de Leminski chega às livrarias sem precisar de aprovação da família

A polêmica envolvendo a biografia não autorizada de Paulo Leminski, ‘O bandido que sabia latim’ (Record), escrita por Toninho Vaz, cuja quarta edição foi interditada judicialmente pela família do poeta curitibano, não intimidou o escritor Domingos Pellegrini. Ele acaba de lançar a versão ampliada de ‘Minhas lembranças de Leminski’ (Geração Editorial), apesar de a viúva, Alice Ruiz, não autorizar o livro.

“Sei que você é um dos que ele considerava amigo, embora, entre esses, três já mostraram que ele estava enganado. Lendo seu livro percebo que, nas entrelinhas, você está à beira de se unir a eles”, escreveu Alice Ruiz em e-mail a Pellegrini, publicado em ‘Minhas lembranças’…

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que permite a publicação de biografias de personalidades públicas sem necessidade de autorização do biografado ou de seus descendentes. Confiante, Pellegrini mandou a biografia para as prateleiras. “Como as novas regras só faltam passar pelo Senado, que juiz concederia um embargo? Ele ficaria conhecido como o último censor da República junto das herdeiras”, afirma.

Lançado inicialmente na internet, o livro ganha nova edição que coincide com os 25 anos da morte de Leminski (1944-1989) por complicações causadas pelo consumo de álcool. Identificado no texto como Pé Vermelho, o autor conta que o convite do editor Samuel Ramos para escrever sobre o amigo veio em 2013. Alice Ruiz e as filhas supervisionariam o trabalho, aprovado por elas.
À medida que os capítulos ficavam prontos, eles eram enviados às herdeiras, mas a resposta delas nunca chegava, conta o autor. “Comecei convidado para escrever um livro e me saiu outro. Não escreveria uma biografia chapa branca. Fui juntando cacos para formar uma história fora do óbvio, como Leminski gostaria, uma polca de retalhos costurados por um conivente”, explica Pellegrini.

Pé Vermelho surge na terceira pessoa, enquanto o poeta se manifesta na primeira. Os últimos dias dele são narrados com intensidade: “E, finalmente, o último golpe líquido que me liquidou foi a hemorragia esofágica (…) Vi, sim, o jorro vermelho ir bater lá na parede, tanto sangue que deixava claro não ter importância saber se era venal ou arterial (…) E, entre tantos líquidos, o coração é quem decidiu a parada, parando de bater. Liquidou-se-me”.

A réplica de Alice Ruiz veio por e-mail. “A ênfase ao álcool, sua leitura de uma ‘precariedade’ de bens em nossa casa (você nunca ouvir falar em contracultura?), as observações exageradas sobre ‘falta de banho’, que corresponde a um período de maiores excessos (…) Enfim, tudo isso serve para criar uma imagem bem negativa do Paulo em contraponto à sua, que aparece como o interlocutor por excelência e cheio de qualidades que supostamente ‘faltavam’ a ele”, desaprovou a viúva.

TRÊS PERGUNTAS PARA..
. Domingos Pellegrini
. Escritor


Como foi escrever a biografia de Leminski, mesmo sabendo que poderia melindrar a família do poeta?
Fui convidado pelas herdeiras e fiquei honrado. Li ‘O bandido que sabia latim’, de Toninho Vaz, e vi que ele já tem ali uma boa biografia, aliás, sugerida pela viúva, que agora a rejeita, o que é mais uma evidência de que biografias não podem ficar à mercê de biografados e herdeiros. Então, escrevi um livro que mistura um pouco de biografia com minhas lembranças dele. É um livro amoroso e criativo, como ele gostaria, e me sinto orgulhoso. Se a família não gostar, pode pedir correções, que agora, com a nova legislação, serão julgadas rapidamente por um juiz. Nossa democracia avançou em liberdade e responsabilidade.

Qual é a visão que você tem do poeta?
Ele cultivou sua lenda pessoal conscientemente, basta olhar suas expressões nas fotos, plantando-se como ídolo pop, embalado por uma aura cult com tempero erudito – mistura única na cultura brasileira. Aliás, invento o termo “unicabilidade” para defini-lo, pois tinha linguagem e visão de mundo únicas, independentemente de ideologias, tendências e rótulos. Este é seu maior legado intelectual numa cultura como a nossa, ainda tão marcada por ideologias, grupos e patrulhas.

O que ficará da obra de Paulo Leminski?
A obra dele é pequena e incisiva. Sua poesia já evidenciou que permanecerá. Com altos e baixos, sim, como também em Machado ou qualquer outro. O Polaco deve ser o poeta mais lido – e memorizado – hoje no Brasil. A glória máxima de um poeta é incorporar versos ou expressões à língua, como pedra no caminho ou passar em brancas nuvens. Muitos poemas dele ecoam na fala cotidiana dos brasileiros. Seus ensaios e biografias permanecerão como expressões dessa “unicalidade”, assim como Catatau continuará a encantar enquanto existir gente apaixonada por arte experimental.

Minhas lembranças de Leminski
De Domingos Pelegrini, Geração Editorial, 200 páginas. R$ 34,90 (impresso) e R$ 19,90 (e-book).

Saudade, Jair Rodrigues!

Na quinta-feira, 8/5, retornou, aos 75 anos, à Pátria Espiritual, o renomado cantor Jair Rodrigues.

Grande amigo nosso, participava sempre das ações caritativas da LBV, contagiando-nos com sua marcante alegria.

No dia seguinte, durante a cerimônia que reuniu familiares, amigos e fãs para lhe prestar as últimas homenagens, o Coral Ecumênico Boa Vontade, formado por jovens da LBV, apresentou também seu tributo, interpretando a música “Disparada”, um dos maiores sucessos do cantor.

À sua bondosa Alma, porque os mortos não morrem, o coração dos Legionários da Boa Vontade.

Aos queridos cantores e músicos Luciana Mello e Jair Oliveira, seus filhos, à sua amada esposa, Clodine, aos demais familiares e amigos, a nossa solidariedade.

ATÉ QUANDO CATIVOS?

Domingo próximo, 18/5, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Trata-se do cumprimento da Lei 9.970, de maio de 2000.

Segundo o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, “a data é uma lembrança a toda a sociedade brasileira sobre a menina sequestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com 8 anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido”.

Já se passaram 41 anos desse lamentável episódio! É verdade que muitas louváveis iniciativas pelo país se empenham para evitar novas Aracelis. Contudo, até agora, não foi possível impedir que outras vítimas surjam a cada dia.

O brado renovado aqui é que a sociedade e seus órgãos constituídos jamais fechem seus olhos para tamanha calamidade. Esse “seriado” horripilante, cujas temporadas prosseguem ininterruptas e ainda sem data de término, não é uma ficção. A realidade de dramas inumeráveis continua clamando por mais segurança, bom senso, atitudes preventivas, justiça e caridade de todos nós.

E nada melhor do que abordamos esse horror no ensejo da celebração da Lei Áurea no Brasil, 13/5. Enquanto um só indivíduo, independente de sua etnia — seja criança, adolescente, jovem, adulto, idoso, mulher, homem —, sofrer qualquer tipo de violação de seus direitos de cidadania, vivenciaremos um estado de cativeiro.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

Concurso de desenho une arte e expressão do pensamento infantil

A Legião da Boa Vontade está promovendo entre crianças e adolescentes a edição 2014 do Concurso de Desenho Infantojuvenil, da LBV. Os trabalhos são norteados pelo tema “Cultivar o Amor Fraterno nos Corações”. O assunto desperta a criticidade e opinião delas para a construção de um mundo de Paz.

Os desenhos selecionados por critérios de criatividade, capricho e temática ilustrarão o kit de material escolar e pedagógico a ser entregue no início de 2015 a estudantes de famílias de baixa renda atendidas pela LBV em todo o território nacional, por meio da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! promovida pela Instituição, que neste ano, teve o material ilustrado com desenhos feitos pelas próprias crianças no concurso passado com a temática “‘Futebol da Caridade’ na Copa do Mundo”, em alusão ao evento da FIFA no Brasil.

Exposição

De 26 a 30 de maio, na Semana Mundial do Brincar (mobilização realizada em parceria com a Aliança Pela Infância), todos os trabalhos inscritos farão parte de uma exposição nas unidades da Legião da Boa Vontade, a fim de que a família, a comunidade, colaboradores e amigos da Instituição possam apreciar o talento das crianças e adolescentes participantes.

Outras informações sobre o concurso podem ser obtidas pelo telefone (81) 3413-8600 ou pelo site www.lbv.org.

Vânia Besse
Ass. Comunicação e Relacionamento Institucional LBV

quinta-feira, 15 de maio de 2014

15 de Maio dia do Assistente Social

Assistente social é o profissional que tem em mente o bem-estar coletivo e a integração do indivíduo na sociedade. Sua atuação é muito ampla: o assistente social estará onde for necessário, orientando, planejando e promovendo uma vida mais saudável - em todos os sentidos.

Mesmo quando atende a um indivíduo, o assistente social está trabalhando com um grupo social, pois entende que esta pessoa está inserida em um contexto no qual não se pode dissociar o individual do coletivo.

Esta "mãozinha" do assistente social é fundamental. Utilizando uma metáfora popular, podemos dizer que este profissional não é aquele que doa um peixe, mas o que ensina a pescar. É preciso diferenciar assistência de assistencialismo.

Em uma comunidade, por exemplo, o assistente social pode atuar incentivando a tomada de consciência dos integrantes. Isto significa ajudá-los a perceber sua capacidade de expansão e crescimento, para que aprendam a satisfazer suas necessidades e utilizar melhor seus próprios recursos.

No setor público, que emprega a maioria desses profissionais - 80% da categoria -, ele desenvolve campanhas de saúde, educação e recreação. Em grandes empresas privadas, por sua vez, pode prestar assessoria na área de recursos humanos.

Em uma penitenciária, por exemplo, ou em abrigos de menores, o assistente social desenvolve um trabalho de reintegração social. A idéia é fazer com que esses indivíduos marginalizados sintam-se parte da sociedade, eliminando ou reduzindo o sentimento de exclusão.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Governo do Estado, Fundarpe e Empertur realizam exposição

O Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (Fundarpe) e Secretaria de Turismo (Empetur) promove a exposição "Alto do Moura na Copa".

Foram convidados mais de 100 artesãos para confeccionar peças de barro alusivas ao mundial, unindo o verde e amarelo com um toque de talento e regionalismo. A abertura da exposição será neste sábado, dia 17, às 20h, na AABB de Caruaru.

Festa da Padroeira - Distrito de Santa Rita - Tuparetama - PE


FPNC - Pôster vencedor evidencia pássaro armorial das obras de Gilvan Samico

“Ave do Cangaço”, ilustração de Kelen Linck Alves, é a vencedora do concurso de pôster da quarta etapa do Festival Pernambuco Nação Cultural 2014, que de 20 a 25 de maio vai aportar no Sertão Central do estado, na cidade de São José do Belmonte. Numa emblemática figura, a ilustradora conseguiu resumir o conceito da cultura belmontense e, consequentemente, o perfil da próxima edição do FPNC.

“A região do Sertão Central é conhecida pela tradição dos festejos da Cavalgada à Pedra do Reino, que simboliza a festa dos mouros e cristãos na cidade de São José do Belmonte. Os símbolos que se contrapõem na parte superior representam os dois grupos rivais protagonistas do evento”, justifica a ilustradora, se referindo ao principal episódio histórico de Belmonte, que gerou à tradicional Cavalgada, hoje uma das principais atividades da programação artística do festival. A figura tem inspiração clara na xilogravura, especialmente na obra de Gilvan Samico. Detalhes como o couro tratado, material típico do cangaço, na asa do pássaro, contribuem para enriquecer a imagem e fazer com que sintetize todo o espírito do lugar e de sua cultura. A partir da ilustração vencedora serão criadas todas as peças de comunicação do festival, desde testeira de palco aos cartazes e folders que trarão a programação completa de mais uma edição do FPNC. Em segundo lugar ficou o pôster “Celebração Armorial na Pedra do Reino”, de Java Araújo. O universo de Ariano Suassuna, suas imagens e signos serviram de mote para a criação do trabalho. Também evocando a cavalgada à Pedra do Reino, o cartaz retrata um caminho percorrido pela princesa celebrando a festa e a religiosidade.
Obra de Java Araújo
Obra de Java Araújo
“Romanceiro da Pedra do Reino: o reger da alvorada” é o título do pôster de Gi Vatroi. Faz uma referência também direta à Pedra do Reino, às cores vermelha e azul que simbolizam mouros e cristãos, e traz também o pássaro (grande expressão da obra armorial de Gilvan Samico), numa junção, segundo a autora, do místico com o religioso.
Pôster de Gi Vatroi também foi destacado pela Comissão Julgadora
Pôster de Gi Vatroi também foi destacado pela Comissão Julgadora
A comissão julgadora que selecionou os pôsteres foi formada pelos designers Bruno Brasileiro, Guilherme Luigi, Arthur Braga, pela coordenadora de Artes Visuais da Luciana Padilha e pela gestora de comunicação Michelle de Assunção, ambas representando a Secretaria de Cultura e a Fundarpe, realizadoras do Festival Pernambuco Nação Cultural.

Festa de Emancipação Política de Tabira - PE

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Cineclube nos bairros - Afogados da Ingazeira - PE

Nesta quinta (15), acontece mais uma edição do projeto Cineclube nos bairros, dessa vez no Centro, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara
A partir das 20 horas, haverá exibição gratuita do filme “Preciosa – uma história de esperança”, vencedor de dois oscar. O filme narra a história de superação de uma adolescente de 16 anos vítimas de diversos tipos de violência. Haverá também distribuição gratuita de pipoca.

14 de Maio dia do Seguro e do Segurador

Aproximadamente 2.300 anos antes de Cristo, os "cameleiros" conduzem mais uma caravana pelo deserto, para vender seus camelos nas cidades vizinhas. Desta vez eles partem seguros, apesar dos perigos de tais viagens.

Um acordo inédito na História foi firmado entre eles: cada criador que perder um animal, por morte ou desaparecimento, terá a garantia de receber outro, pago por todos.

O Seguro inicia sua história...Uma história que evoluiu constantemente.

O Seguro não é uma figura da sociedade moderna. Em nossa história podemos constatara presença do seguro nas mais remotas civilizações.

Em princípio, a assistência era dada pelos membros da mesma família, sempre cooperando para a própria defesa e desenvolvimento; pelos vizinhos, depois, movidos por sentimentos de amizade ou piedosos; pelos companheiros de trabalho; pelo empregador ou proprietário de terras.

Surgiram, bem mais tarde, quando o espírito associativo adquiriu maior autonomia, as corporações de caráter religioso ou leigo.

Na Idade Média, apareceram as corporações de ofício, primeiros exemplos de agremiações profissionais, que impuseram a seus integrantes o dever de auxílio mútuo em caso de enfermidade. Inspiradas pelo sentimento cristão, surgem, igualmente as confrarias medievais, como instituições associativas de caráter geral, destinadas ao culto religioso, a ajudar os confrades enfermos e a realizar os funerais.

Das confrarias nasceram, posteriormente, as irmandades de socorro mútuos, as quais,constituíam autenticas sociedades organizadas com tal perfeição técnica que, nada tinham a dever às mutualidades modernas do século XX.

O benefício já não era ajuda discricionária, senão autêntico direito adquirido por sistema de cotização, bem estruturado e regulado por um regime de prestações pré-estabelecidas.

As operações de seguros propriamente ditas, só apareceram no último período da Idade Média.

Surgidas como solução para enfrentar a insegurança decorrente da falta de poder central atuante, reforçaram o espírito de comunidade e a solidariedade entre seus membros facilitava a solução dos problemas de proteção contra os riscos que lhe ameaçavam vida e bens.

Considera-se Contrato de Seguro , aquele pelo qual uma das partes de obriga para com a outra, mediante o pagamento de um prêmio, a indenizá-la pelo prejuízo resultante de riscos futuros previstos no contrato.

O documento que estabelece o seguro chama-se apólice. É nele que são registrados os compromissos assumidos, o valor do objeto segurado, o prêmio que deve ser pago e a indenização à pessoa segurada, quando do provável sinístro.

Lançamento do livro “Alvorecer Poético

A CJA Edições tem a poesia como o seu mais novo lançamento. O livro “Alvorecer Poético: poemas sobre diversos temas” do autor Sidney Lins de Barros será lançado dia 17 de maio na livraria Nobel Salgado Filho e traz poesia com abordagem temática diversificada.

Sidney nasceu em Natal, RN, médico e Oficial do quadro de saúde do Exército Brasileiro, é também, graduado em Direito e Filosofia pela UFRN. Já exerceu as suas atividades em distintos municípios do Rio Grande do Norte, como: São João do Sabugi, Boa Saúde, Parnamirim; onde ainda, com afinco exerce como Presidente da Junta Médica. Devido a sua dedicação em suas atribuições recebeu o “Título de Cidadão” em todos esses municípios em que trabalhou.

O autor tem a leitura como um dos seus passatempos prediletos. Devido à publicação de dois cordéis de sua autoria em Parnamirim e dialogando sobres arte poética com Dr. Ávila, Bioquímico, no centro clínico daquela cidade, onde trabalham, foi incentivado para publicar alguma coisa neste ramo. Assim, resolveu coletar algumas rimas e poemetos já feitos aos novos, então surgiu este trabalho simples, mas com profundo conteúdo filosófico, gostoso de ler, comentar e de fácil compreensão, com mensagens interessantes.

O livro traz um conjunto variado de poemas com figuras ilustrativas que dão dinamismo a leitura. Alvorecer poético traz a beleza na palavra, e a nuance convidativa da poesia leva a um novo mundo cheio de emoção e encanto a ser descoberto pelo leitor.

Lançamento do livro Alvorecer Poético: poemas sobre diversos temas:
Data: 17/05//2014
Hora: A partir das 16h
Local: Livraria Nobel – Av. Salgado Filho 1782

Paulinho da Viola faz show em Olinda - PE

Festejando 50 anos de carreira, o "Príncipe do Samba" traz ao Recife uma apresentação repleta de clássicos do carioca e de composições assinadas por bambas como Cartola, Nelson Cavaquinho e Noel Rosa. A banda que acompanha Paulinho é formada por João Rabello (violão), Dininho Silva (baixo), Hercules Nunes (bateria), Adriano Souza (teclados), Mário Seve (sopros), Celso Silva (percussão), Paulino Dias (percussão), Muiza Adnet (voz) e Beatriz Faria (voz).

OLINDA, PE
Sábado,17/05/2014, às 21:00Hs
Teatro Guararapes
Avenida Professor Andrade Bezerra - Olinda - PE, República Federativa do Brasil

Ingressos: Na bilheteria do teatro e pelo site Ingresso Rápido R$ 200 a R$ 80

terça-feira, 13 de maio de 2014

Escola Municipal de Afogados da Ingazeira vence prêmio Nacional do Ministério da Educação

A Escola Pública Municipal Francisca Lira, de Afogados da Ingazeira, é a vencedora do prêmio nacional “Curta Histórias”, promovido pelo Ministério da Educação. O prêmio tem o patrocínio da UNESCO, Telefônica, Vivo, Vale e Fundação Palmares. A Escola era a única finalista do Norte/Nordeste, concorrendo com escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (2).

Afogados venceu na categoria educação de jovens e adultos (EJA) com o vídeo “A educação é a arma mais poderosa”, com 1min e 11 seg. Produzido pelos alunos Antônio Fernando de Alcântara, José Luiz da Silva e Paulo José da Silva, da turma de educação de jovens e adultos, sob a coordenação da Professora Aline Maria.

Em sua segunda edição, o prêmio teve como tema este ano “Personalidades Negras”. Participaram da seletiva, vídeos curta-metragem produzidos por alunos de escolas públicas divididos em quatro categorias: ensino fundamental (anos iniciais), ensino fundamental (anos finais), ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Para qualificar sua participação no concurso, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu, no mês de abril, oficinas de audiovisual com as Escolas do município que participaram da seletiva. Além da Francisca Lira, foram inscritos vídeos produzidos por alunos das Escolas Geraldo Cipriano, Dom Mota, Levino Cândido e Professora Maria Gizelda Simões Inácio.

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, recebeu a notícia com euforia. “É o reconhecimento do talento do povo afogadense. É emocionante ver a história de vida e superação desses alunos e ver que essa premiação vai estimular muita gente a voltar a estudar. Nunca é tarde para aprender. Estaremos com eles em Brasília para receber esse importante prêmio,” afirmou o Prefeito.

Afogados da Ingazeira venceu na escolha do júri técnico, comissão julgadora formada por especialistas escolhidos pelo Ministério da Educação. As equipes vencedoras receberão os seguintes prêmios: um smartphone (aluno), smartphone e câmera digital (professor), data show, aparelho de DVD, câmera fotográfica e cinemateca (escola). A premiação será feita em Brasília, no próximo dia 28 de Maio.

Para assistir ao vídeo produzido pelos alunos da Escola Francisca Lira, assim como os demais concorrentes, basta clicar no link abaixo:

http://curtahistorias.mec.gov.br/juri-popular?view=juripopular&layout=videos&cat_id=2



13 de maio dia da Abolição da Escravatura

Movimento social e político ocorrido entre 1870 e 1888, que defendia o fim da escravidão no Brasil.

Termina com a promulgação da Lei Áurea, que extingue o regime escravista originário da colonização do Brasil. A escravidão havia começado a declinar com o fim do tráfico de escravos em 1850.

Progressivamente, imigrantes europeus assalariados substituem os escravos no mercado de trabalho.

Mas é só a partir da Guerra do Paraguai (1865-1870) que o movimento abolicionista ganha impulso.

Milhares de ex-escravos que retornam da guerra vitoriosos, muitos até condecorados, se recusam a voltar à condição anterior e sofrem a pressão dos antigos donos. O problema social torna-se uma questão política para a elite dirigente do Segundo Reinado.

Lei do Ventre Livre

O Partido Liberal, de oposição, compromete-se publicamente com a causa, mas é o gabinete do visconde do Rio Branco, do Partido Conservador, que promulga a primeira lei abolicionista, a Lei do Ventre Livre, em 28 de setembro de 1871. De poucos efeitos práticos, ela dá liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir dessa data, mas os mantém sob a tutela de seus senhores até atingirem a idade de 21 anos. Em defesa da lei, o visconde do Rio Branco apresenta a escravidão como uma "instituição injuriosa", que prejudica, sobretudo, a imagem externa do país.
Campanha abolicionista

Em 1880, políticos e intelectuais importantes, como Joaquim Nabuco e José do Patrocínio, criam, no Rio de Janeiro, a Sociedade Brasileira contra a Escravidão, que estimula a formação de dezenas de agremiações semelhantes pelo país. Da mesma forma, o jornal O Abolicionista e o manifesto

O Abolicionismo, de Nabuco, e a Revista Ilustrada, de Ângelo Agostini, servem de modelo a outras publicações antiescravistas. Advogados, artistas, intelectuais, jornalistas e parlamentares engajam-se no movimento e arrecadam fundos para pagamento de cartas de alforria, documento que concedia liberdade ao escravo. O país é tomado pela causa abolicionista. Em 1884, o Ceará antecipa-se e decreta o fim da escravidão em seu território.
Lei dos Sexagenários
A decisão cearense aumenta a pressão da opinião pública sobre as autoridades federais. Em 1885, o governo cede mais um pouco e promulga a Lei Saraiva-Cotegipe. Conhecida como Lei dos Sexagenários, ela liberta os escravos com mais de 60 anos, mediante compensações a seus proprietários. A lei não apresenta resultados significativos, já que poucos cativos atingem essa idade e os que sobrevivem não têm de onde tirar o sustento sozinhos.

Os escravizados, que sempre resistiram ao cativeiro, passam a participar ativamente do movimento, fugindo das fazendas e buscando a liberdade nas cidades.

No interior de São Paulo, liderados pelo mulato Antônio Bento e seus caifazes (nome tirado de uma personalidade bíblica, o sumo-sacerdote judeu Caifaz), milhares deles escapam das fazendas e instalam-se no Quilombo do Jabaquara, em Santos.

A esta altura, a campanha abolicionista mistura-se à republicana e ganha um reforço importante: o Exército. Descontentes com o Império, os militares pedem publicamente para não mais ser utilizados na captura dos fugitivos. Do exterior, sobretudo da Europa, chegam apelos e manifestos favoráveis ao fim da escravidão.

Lei Áurea

Em 13 de maio de 1888, o governo imperial rende-se às pressões, e a princesa Isabel assina a Lei Áurea, que extingue a escravidão no Brasil.

A decisão desagrada aos fazendeiros, que exigem indenizações pela perda de seus "bens". Como não as conseguem, aderem ao movimento republicano como forma de pressão.

Ao abandonar o regime escravista e os proprietários de escravos, o Império perde a última coluna de sustentação política.

O fim da escravatura, porém, não melhora a condição social e econômica dos ex-escravos. Sem formação escolar nem profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não muda sua condição subalterna, muito menos ajuda a promover sua cidadania ou ascensão social.

Fonte: br.geocities.com

Sesc Ler Belo Jardim continua programação do Ciclo de Música de Câmara

Realizado todos os meses, desde julho de 2013, o Ciclo de Música de Câmara apresenta, hoje (13), a atração musical Niraldo do Sax. Com a programação gratuita, o objetivo do projeto é concretizar a tradição de formar músicos no município e propagar a música local. A apresentação acontece na sala de música da unidade, às 19h30.

A cidade de Belo Jardim é destaque no cenário musical pernambucano por ser considerada “Terra dos Músicos”, tendo como referência a formação de vários músicos atuando em todo o Brasil e no exterior, como por exemplo, o cantor Otto. Músicos da cidade também atuam na Super Oara e na Orquestra Pinga Fogo. O primeiro arranjador de Roberto Carlos era belojardinense, assim como o maestro Mozart Siqueira, criador da Orquestra Meninos de São Caetano. Outras figuras exponenciais são os maestros Antonio Ferreira, José Vieira e Ulisses Lima. Este último, aos 94 anos de idade, continua na batuta da Banda Cultura Musical.