quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Projeto de Manutenção do Cineclube da Laia, começou ontem e vai ate Junho de 2012
Este ano de 2012 está cheio de novidades; as sessões serão semanais e mudam também de lugar. Nossa nova sala de cinema é em frente á Escola Municipal João Paulo II, no bairro de Alberto Maia, Camaragibe. As exibições acontecerão às quartas-feiras, sempre às 19h. O debate sobre o filme exibido continua de pé, para provocar na platéia a reflexão que a sétima arte pede.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
TV Asa Branca entrevista artistas culturais do Carnaval de Afogados da Ingazeira
Nesta teça-feira 10/01, a TV Asa Branca esteve na cidade de Afogados da Ingazeira para entrevistar artistas culturais de nossa cidade que se envolvem diretamente com o carnaval. Pela manhã se apresentaram ao som de muito frevo, na praça Arruda Câmara no centro da cidade, o Grupo de dança vem vê nois e a CIAAPD Companhia Artística Pajeú de Dança.
Na parte da tarde foi a vez do artista plástico Luciano Pires contar como é sua participação no carnaval de Afogados da Ingazeira e do artista plástico Beijamim Almeida, mostrar e contar um pouco do que é um tabaqueiro.
Na ocasião foram entrevistados também o jovem Mateus Abel mais conhecido por Zacarias, que sempre confecciona fantasias no periódo carnavalesco e o César Tenório que responde pelo Boi de Hermes que é personagem carnavalesco em nossa cidade.
A reportagem realizada, será exibida no AB TV de sexta-feira meio dia.
Primeiro Ateliê Florense Reciclável
Ateliê Cantinho do Artesanato- Proprietários, Senhora Monica Rocha Cavalcanti (Artesã) e Senhor Gutenberg Cavalcanti(Artesão)-Esposo, o casal tem ampla experiência com a modalidade, artesãos há mais de 10 anos com experiência e muito talento, vem se instalar na cidade de Flores/PE, erradicando de vez morada nesta cidade hospitaleira, simpáticos e promissores o casal de imediato estão felizes e satisfeitos com o resultado do seu trabalho artesanal , até porque são profissionais da aréa, sempre que são solicitados para participarem do projeto -Mais Cultura em seu Bairro- todo os meses nós artesãos do grupo escolhemos um local para expor aqui na Sede, uma praça, uma rua, uma avenida etç..., e uma alegria contagiante esse progeto , fomentado pela Fundação Ambiemtal Pedro Daniel em parceria com a Prefeitura Municipal de Flores/PE... O Projeto vem dando resultados satisfatorios de bom grado, para se ter uma idéia do trabalho deste casal por 02 anos consecultivos o casal participou da FENEARTE - que fica localizado no Centro de Conveções em Olinda/PE...Material ultilizado pelos artesãos : tecido, feltro, bisqui, e reciclagem , finalisando para se ter uma idéia o casal desenvovel a tecnica atravez de revitas,o casal e membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia da cidade de Flores/PE , há mais de 15 anos militam nesta entidade Religiosa, o Ateliê Cantinho do Artesanato fica localizado na Travessa Manoel Quidute S/N - centro Flores/PE- para mais informaçoes mantenha contatos atravez do fone- 04187-9943.3333- sempre que vier a Flores/PE a passeio por esta localidade, façanos uma visita e compre uma lembrançinha em nosso Ateliê.
Luiz de Venera - Flores -PE
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Suspeito tenta negociar resgate de óculos de Lampião e é preso em PE
Homem quis subornar diretor da Casa da Cultura, de onde peça foi furtada.
Par com armação de ouro estava desaparecido há quase um mês.
A polícia encontrou, nesta terça-feira (10), os óculos de Lampião, furtados da Casa da Cultura de Serra Telhada, no Sertão de Pernambuco, no dia 11 de dezembro. A peça, com armação em ouro 16 quilates, está na delegacia do município.
Segundo a polícia, o suspeito de cometer o crime foi até a Casa da Cultura negociar com o presidente da fundação, Tarcízio Rodrigues, o valor que receberia para devolver os óculos. Enquanto tentava subornar o homem, uma funcionária da Casa da Cultura ligou pra polícia, que prendeu o criminoso.
Os óculos estavam no guarda roupas do suspeito, que mora em Serra Talhada. A peça chegou à fundação há cerca de dez anos, doada por uma família de coiteros, pessoas que davam comida e protegiam o bando de cangaceiros da polícia.
Segundo a polícia, o suspeito de cometer o crime foi até a Casa da Cultura negociar com o presidente da fundação, Tarcízio Rodrigues, o valor que receberia para devolver os óculos. Enquanto tentava subornar o homem, uma funcionária da Casa da Cultura ligou pra polícia, que prendeu o criminoso.
Os óculos estavam no guarda roupas do suspeito, que mora em Serra Talhada. A peça chegou à fundação há cerca de dez anos, doada por uma família de coiteros, pessoas que davam comida e protegiam o bando de cangaceiros da polícia.
Bloco, troça, urso, maracatu... Saiba quem é quem no carnaval de PE
Falar em carnaval faz a maioria das pessoas pensar logo em escola de samba, bloco de rua ou trios elétricos. Em Pernambuco, o carnaval é marcado também pelos clubes de frevo, troças, blocos líricos, clubes de boneco, ursos, bois, maracatus, que pode ser de baque solto ou de baque virado, e tantas outras manifestações. São tantas modalidades que algumas pessoas até se confundem. Afinal, qual a diferença entre tribo de índio e caboclinho? E entre os diferentes maracatus? Até mesmo a população pernambucana se confunde. “A gente fez uma cartilha para auxiliar o folião e os turistas”, conta Mario Ribeiro, pesquisador de cultura da Casa do Carnaval do Recife. As diferenças não são difíceis, basta ter um pouco de atenção. “O carnaval pernambucano é muito visual. Os caboclinhos têm as fantasias cheias de penas, grandiosas, enquanto as tribos de índios são mais simples”, explica o pesquisador Paulinho Mafe, também da Casa do Carnaval.
Outra dica são os horários em que as agremiações desfilam. “Troças, bois e ursos desfilam durante o dia, no máximo até as 19h”, avisa Mafe. Confira o guia que o G1 preparou para você não se perder na folia de ritmos e cores do carnaval pernambucano.

Clube de frevo
Os primeiros clubes de frevo surgiram no final do século 18, com as comemorações festivas realizadas pelos grupos de trabalhadores urbanos, geralmente da mesma profissão. Cada clube costuma ter o seu próprio repertório, levando para a avenida uma orquestra composta por saxofones, clarinetes, pistões, trombones, tubas, taróis, surdos e bombardinos. A musica é sempre o tradicional frevo de rua.
Os clubes se apresentam, geralmente, com faixa ou abre-alas, diretoria, balizas-puxantes, damas-de- frente, destaques, cordões, porta-estandarte vestidos à Luiz XV, passistas, orquestra e, em alguns casos, carros alegóricos. O Clube de Máscaras Galo da Madrugada, que sai no sábado de Zé Pereira pelas ruas do Recife, é um dos mais conhecidos. Entres os clubes mais tradicionais estão Lenhadores e o Vassourinhas de Olinda.

Troça
As troças carnavalescas são originalmente pequenas agremiações que se parecem com os clubes de frevo, mas costumam ser menores e mais simples. Saem pela manhã ou à tarde, tendo o improviso, a descontração e a irreverência como marcas. A palavra “troça” vem do verbo “troçar” que significa “ridicularizar”, “escarnecer”, “zombar de”. O surgimento de uma troça está quase sempre ligado a uma história pitoresca, uma brincadeira nascida de uma reunião entre amigos. O termo “mista”, originalmente, significa que é formada por homens e mulheres.
Na rua, a organização de uma troça no momento de sua apresentação obedece à seguinte seqüência: a diretoria, seguindo-se da comissão de frente, cordões, damas, passistas, fantasias de destaques, porta-estandarte e uma orquestra de metais, que encerra o desfile. Entre as mais antigas e tradicionais ainda em atividade estão T.C.M. (Troça Carnavalesca Mista) Cachorro do Homem do Miúdo, T.C.M Tô Chegando Agora; T.C. A Mãe é Minha ; T.C.M Quem Fala de Nós Não Sabe o Que Diz, T.C. Pitombeira dos Quatro Cantos e Grêmio Lítero Recreativo Cultural Misto Carnavalesco Eu Acho É Pouco. O Elefante, de Olinda, apesar de se parecer mais com um clube de frevo, mantém o nome de Troça Carnavalesca, devido às suas origens.
São também conhecidos como blocos líricos. O nome Pau e Corda é uma referência à orquestra que acompanha o bloco. Os encontros organizados pelos blocos líricos para ensaiarem suas marchas são comumente conhecidos como acertos de marchas. Diferentemente da maioria das agremiações carnavalescas que tem o estandarte como abre-alas, no Bloco de Pau e Corda, o desfile é aberto pelo flabelo, alegoria de mão que traz o nome, a data de fundação e o símbolo da agremiação.
Na rua, desfilam obedecendo a uma estrutura rígida, com o flabelo à frente, a diretoria (fantasiadas, geralmente, de acordo com o tema ou com as cores do bloco), as damas de frente; seguindo-se das fantasias de destaque, os abajures e os cordões. Para fechar, vem o coral de vozes feminina, cantando canções que quase sempre evocam antigos carnavais e prestam homenagens a ícones da cultura pernambucana, e a orquestra de pau e corda. Entre os mais conhecidos estão o Bloco da Saudade, o Bloco das Flores, Flor da Lira do Recife, Madeira do Rosarinho e Batutas de São José.
A tradição dos bonecos gigantes é mais comum em Olinda, onde acontece a “Corrida dos Bonecos Gigantes” e também o encontro mais tradicional. Ao contrário dos clubes, blocos e troças que possuem estandartes, a figura alegórica é o boneco, que pode ser feito em papel machê, fibra ou tecido e costuma pesar cerca de 35 quilos. Alguns chegam a ter mais de 3,5 metros.
Em alguns clubes, os bonecos são considerados ‘calungas’ pelos carnavalescos, carregados de um forte fundamento religioso. Por isso, os que carregam os bonecos passam por diversos cuidados espirituais. O mais conhecido boneco é o Homem da Meia-Noite, que completa 80 anos em 2012. A Mulher do Dia e o Comelão também são bonecos tradicionais do carnaval pernambucano.
O
Caboclinhos
Grupo formado por homens e mulheres, trajando cocares de penas de avestruz e pavão, com saias também de penas. Trazem adereços nos braços, tornozelos e colares, também em penas. Desfilam em duas filas fazendo evoluções das mais ricas ao som dos estalidos secos das preacas (espécie de arco e flecha), abaixando-se e levantando-se com agilidade, como se tivessem molas nas pernas, ao mesmo tempo que rodopiam apoiando-se nas pontas dos pés e calcanhares.
O grupo formado pelo cacique, mãe-da-tribo, pajé, matruá, capitão, tenente, porta-estandarte, perós (meninos e meninas), caboclos-de-baque, cordão de caboclos e cordão de caboclas, os músicos geralmente são em número de quatro. O conjunto é formado pela inúbia (um pequeno flautim de taquara), caracaxás ou mineiros, tarol e surdo. São parecidos com as Tribos de Índios, mas se destacam pelas roupas e cocares que chamam mais a atenção. Entre os grupos mais conhecidos estão os Caboclinhos Canindés, Carijós , Taperaguases, Caboclo Tupy, Caboclinhos Tabajaras e Tapirapés.

Tribo de índio
É um folguedo originário da Paraíba e que hoje alcança um grande número de simpatizantes no carnaval do Recife. Nas Tribos de Índios, os organizadores são denominados mestres e quase sempre são seguidores de cultos indígenas como a Pajelança, sendo da linha do Catimbó, dão um toque místico ao folguedo onde, segundo eles, desfilam por vezes "atuados" (incorporados) pelos espíritos dos caboclos.
Dispostos em duas filas, com índias de um lado e índios do outro, as primeiras portando machadinhas e os segundos portando pequenas lanças, as tribos de índios são muitas vezes confundidas com as tribos de caboclinhos. Uma das características marcantes da diferença é a não utilização das preacas pelas tribos de indios, comuns aos caboclinhos, e o figurino mais simples. Pintam os rostos de vermelho, com cocares de penas de garça, de ema ou de galinha, usam pequenos escudos, e o conjunto tem uma coreografia variada, com um número de quatro a nove danças para cada tribo, sempre acompanhada por um conjunto de músicos formados por duas gaitas, dois ganzás e três surdos. Entre os mais tradicionais estão os Paranaguases, Tupy-Guarany, Tupy Papo Amarelo, Tapajós.

Maracatu de Baque Virado
Fortemente ligados às religiões afro-brasileiras, em especial o Candomblé e a Jurema, os grupos de maracatu nação mais “tradicionais” têm estreitas relações com os orixás e outras entidades. Na rua, as nações de maracatu se apresentam com uma corte ricamente trajada com sedas, veludos, bordados e pedrarias, acompanhadas de instrumentos de percussão, como a alfaia (tambores feitos de madeira). Quem comanda o batuque ou baque, como é conhecido, é o Mestre de Apito, que conduz na hora certa cada batida e toada.
O cortejo começa com um porta-estandarte, seguido pela Dama-do-Paço, pessoa preparada para conduzir a calunga, que é um ícone sagrado. As damas da frente, as baianas ou Catirinas, o vassalo (que abana o casal real), o balé de escravos com instrumentos de trabalho (faca, foices, pás, etc.) e as damas de honra (geralmente duas crianças que mantêm sempre suspensas as capas do Rei e da Rainha), fazem parte da apresentação. O cortejo encerra-se com a chegada do rei e da rainha, que desfilam ricamente trajados, ostentando uma espada e um cetro e protegidos por um grande guarda-sol colorido, o pálio, carregado por um escravo. O Maracatu Nação Pernambuco, Nação de Maracatu Cambinda Estrela, Maracatu Nação Leão da Campina, Maracatu de Baque Virado Leão Coroado de Olinda e Maracatu Nação Estrela Brilhante estão estre os que se destacam no carnaval.

Maracatu de Baque Solto
Também conhecido como maracatu rural, tem uma grande ligação com as culturas afro-indígenas. O maracatu de baque solto traz uma fusão de vários folguedos populares existentes no interior de Pernambuco, como reisado, pastoril, cavalo-marinho, bumba-meu-boi e caboclinhos. A música é comandada pelo mestre, que trabalha improvisando versos e loas, acompanhado por instrumentos como de percurso e também de sopro.
Uma das figuras mais emblemáticas é o caboclo de lança, figura que veste gola bordada com materiais reluzentes, que formam desenhos. Carrega também uma estrutura de madeira coberta de lã, na qual são presos os chocalhos, que fazem barulho enquanto os caboclos andam, e na mão uma longa lança de madeira, além de uma enorme cabeleira com tiras de papel colorido na cabeça . O rosto pintado, geralmente de urucum, os óculos escuros, o cravo branco na boca e a fisionomia carrancuda fazem do caboclo uma figura jamais vista em outras manifestações culturais do nosso folclore. O caboclo que não usa lança é o Arreimá, que traz um machado mãos e um grande cocar de penas na cabeça. Outros personagens que aparecem são Mateus, Catirina ou Catita, a Burrinha, o Babau e as baianas, além da corte real, com rei, rainha e outras figuras que se assemelham ao maracatu de baque virado. O Maracatu Piaba de Ouro, o Maracatu Batuque Estrelado, o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança e o Maracatu Cambidinha de Araçoaiaba estão entre os que se apresentam no carnaval pernambucano.
Bois de carnaval
O auto do bumba-meu-boi, presente no ciclo natalino, se transforma e integra as festas de carnaval. Com um colorido e coreografia própria para os dias de folia, os bois vêm acompanhados de outras figuras do ciclo natalino, como as burras, Calus, Mateus, Catirina, Sebastião, Mané Pequenino e Babau, que ganham as ruas sob o comando do capitão, no seu cavalo marinho. Abrindo o desfile, os bois normalmente trazem estandartes ou faixas com uma mensagem ou com um tema, mas não são itens obrigatórios. A ordem de apresentação dos personagens varia de grupo para grupo. Diferentemente do Bumba-meu-boi, o Boi de Carnaval traz para a avenida apenas um cortejo dos personagens. Alguns encenam a morte e ressurreição do boi, com a interação dos demais personagens.
A orquestra é formada por bombo, gaita, gonguê, surdo, tarol, estandarte, diretoria, tirador de loas, entre outros componentes. Entre os mais tradicionais estão o Boi Misterioso, da Cara Preta, Teimoso, Estrela e Manhoso.

La ursas ou ursos
La Ursa ou o urso do carnaval tem origem nos ciganos da Europa que percorriam a cidade com seus animais, presos numa corrente, que dançavam de porta em porta em troca de algumas moedas, ao som da ordem: "dança la ursa!". A figura central é o urso, um homem vestindo um velho macacão coberto de estopa, veludo, pelúcia ou agave com sua máscara de papel machê pintada de cores variadas, preso por uma corda na cintura. Segurado pelo domador, a figura dança para alegria de todos ao som de toadas do próprio grupo ou sucessos das paradas carnavalescas, podendo variar para o baião, forró, xote e até polca.
A Orquestra do urso de carnaval é geralmente formada por sanfona, triângulo, bombo, reco-reco, ganzá e pandeiro. O conjunto traz por vezes, além do domador, do urso e da orquestra, o tesoureiro (com sua pasta de arrecadar dinheiro), porta-cartaz ou porta-estandarte, balizas e outros elementos que lá estão só para brincar o carnaval. Entre os mais tradicionais estão o Urso Polar de Areias, Preto da Pitangueira, Texaco, Branco da Mustardinha, Popular da Boa Vista e Minerva.

Afoxés
É uma expressão artístico-religiosa com forte definição estética ligada às nações africanas, caracterizadas por um caráter religioso e de manutenção de valores. A presidência e diretoria geralmente são compostas por um babalorixá ou ialorixá e por algumas pessoas com cargos significativos dentro da hierarquia dos terreiros, o que não impede agregar pessoas que não façam parte da religião dos orixás. Suas sedes, na maioria das vezes, funcionam no interior dos terreiros de Candomblé.
A ligação dos grupos com a religião também se traduz nas cores que levam às ruas. A organização de um afoxé é caracterizada pela figura do bandeirista, que abre o cortejo e apresenta a bandeira da nação; uma criança conduz o babalotin (símbolo sagrado do afoxé, também podendo ser carregado por uma mulher grávida); o corpo de bailarinos, ricamente ornamentados com panos-da-costa, fios de conta e torso nas cores do orixá patrono, é seguido da diretoria e da sua percussão.
As músicas cantadas pelos grupos misturampalavras em iorubá, língua africana, e português, e retratam aspectos religiosos e/ou reforçam a origem étnica das diferentes nações. Entre os grupos de afoxés atuantes no estado estão o Ilé de África, Afoxé Alafin Oyó e Ilê de Egbá.
Escolas de samba
Se assemelham às encontradas em outros lugares do Brasil, apresentando a mesma estrutura de carros alegóricos e alas. Em Pernambuco, tem também influência do frevo, do maracatu e da capoeira em sua música, instrumental e coreografias. Entre as mais conhecidas estão Galeria do Ritmo, Gigantes do Samba, Deixa Falar e Unidos de São Carlos.
Outra dica são os horários em que as agremiações desfilam. “Troças, bois e ursos desfilam durante o dia, no máximo até as 19h”, avisa Mafe. Confira o guia que o G1 preparou para você não se perder na folia de ritmos e cores do carnaval pernambucano.
Os primeiros clubes de frevo surgiram no final do século 18, com as comemorações festivas realizadas pelos grupos de trabalhadores urbanos, geralmente da mesma profissão. Cada clube costuma ter o seu próprio repertório, levando para a avenida uma orquestra composta por saxofones, clarinetes, pistões, trombones, tubas, taróis, surdos e bombardinos. A musica é sempre o tradicional frevo de rua.
Os clubes se apresentam, geralmente, com faixa ou abre-alas, diretoria, balizas-puxantes, damas-de- frente, destaques, cordões, porta-estandarte vestidos à Luiz XV, passistas, orquestra e, em alguns casos, carros alegóricos. O Clube de Máscaras Galo da Madrugada, que sai no sábado de Zé Pereira pelas ruas do Recife, é um dos mais conhecidos. Entres os clubes mais tradicionais estão Lenhadores e o Vassourinhas de Olinda.
As troças carnavalescas são originalmente pequenas agremiações que se parecem com os clubes de frevo, mas costumam ser menores e mais simples. Saem pela manhã ou à tarde, tendo o improviso, a descontração e a irreverência como marcas. A palavra “troça” vem do verbo “troçar” que significa “ridicularizar”, “escarnecer”, “zombar de”. O surgimento de uma troça está quase sempre ligado a uma história pitoresca, uma brincadeira nascida de uma reunião entre amigos. O termo “mista”, originalmente, significa que é formada por homens e mulheres.
Na rua, a organização de uma troça no momento de sua apresentação obedece à seguinte seqüência: a diretoria, seguindo-se da comissão de frente, cordões, damas, passistas, fantasias de destaques, porta-estandarte e uma orquestra de metais, que encerra o desfile. Entre as mais antigas e tradicionais ainda em atividade estão T.C.M. (Troça Carnavalesca Mista) Cachorro do Homem do Miúdo, T.C.M Tô Chegando Agora; T.C. A Mãe é Minha ; T.C.M Quem Fala de Nós Não Sabe o Que Diz, T.C. Pitombeira dos Quatro Cantos e Grêmio Lítero Recreativo Cultural Misto Carnavalesco Eu Acho É Pouco. O Elefante, de Olinda, apesar de se parecer mais com um clube de frevo, mantém o nome de Troça Carnavalesca, devido às suas origens.
Na rua, desfilam obedecendo a uma estrutura rígida, com o flabelo à frente, a diretoria (fantasiadas, geralmente, de acordo com o tema ou com as cores do bloco), as damas de frente; seguindo-se das fantasias de destaque, os abajures e os cordões. Para fechar, vem o coral de vozes feminina, cantando canções que quase sempre evocam antigos carnavais e prestam homenagens a ícones da cultura pernambucana, e a orquestra de pau e corda. Entre os mais conhecidos estão o Bloco da Saudade, o Bloco das Flores, Flor da Lira do Recife, Madeira do Rosarinho e Batutas de São José.
Em alguns clubes, os bonecos são considerados ‘calungas’ pelos carnavalescos, carregados de um forte fundamento religioso. Por isso, os que carregam os bonecos passam por diversos cuidados espirituais. O mais conhecido boneco é o Homem da Meia-Noite, que completa 80 anos em 2012. A Mulher do Dia e o Comelão também são bonecos tradicionais do carnaval pernambucano.
Grupo formado por homens e mulheres, trajando cocares de penas de avestruz e pavão, com saias também de penas. Trazem adereços nos braços, tornozelos e colares, também em penas. Desfilam em duas filas fazendo evoluções das mais ricas ao som dos estalidos secos das preacas (espécie de arco e flecha), abaixando-se e levantando-se com agilidade, como se tivessem molas nas pernas, ao mesmo tempo que rodopiam apoiando-se nas pontas dos pés e calcanhares.
O grupo formado pelo cacique, mãe-da-tribo, pajé, matruá, capitão, tenente, porta-estandarte, perós (meninos e meninas), caboclos-de-baque, cordão de caboclos e cordão de caboclas, os músicos geralmente são em número de quatro. O conjunto é formado pela inúbia (um pequeno flautim de taquara), caracaxás ou mineiros, tarol e surdo. São parecidos com as Tribos de Índios, mas se destacam pelas roupas e cocares que chamam mais a atenção. Entre os grupos mais conhecidos estão os Caboclinhos Canindés, Carijós , Taperaguases, Caboclo Tupy, Caboclinhos Tabajaras e Tapirapés.
É um folguedo originário da Paraíba e que hoje alcança um grande número de simpatizantes no carnaval do Recife. Nas Tribos de Índios, os organizadores são denominados mestres e quase sempre são seguidores de cultos indígenas como a Pajelança, sendo da linha do Catimbó, dão um toque místico ao folguedo onde, segundo eles, desfilam por vezes "atuados" (incorporados) pelos espíritos dos caboclos.
Dispostos em duas filas, com índias de um lado e índios do outro, as primeiras portando machadinhas e os segundos portando pequenas lanças, as tribos de índios são muitas vezes confundidas com as tribos de caboclinhos. Uma das características marcantes da diferença é a não utilização das preacas pelas tribos de indios, comuns aos caboclinhos, e o figurino mais simples. Pintam os rostos de vermelho, com cocares de penas de garça, de ema ou de galinha, usam pequenos escudos, e o conjunto tem uma coreografia variada, com um número de quatro a nove danças para cada tribo, sempre acompanhada por um conjunto de músicos formados por duas gaitas, dois ganzás e três surdos. Entre os mais tradicionais estão os Paranaguases, Tupy-Guarany, Tupy Papo Amarelo, Tapajós.
Fortemente ligados às religiões afro-brasileiras, em especial o Candomblé e a Jurema, os grupos de maracatu nação mais “tradicionais” têm estreitas relações com os orixás e outras entidades. Na rua, as nações de maracatu se apresentam com uma corte ricamente trajada com sedas, veludos, bordados e pedrarias, acompanhadas de instrumentos de percussão, como a alfaia (tambores feitos de madeira). Quem comanda o batuque ou baque, como é conhecido, é o Mestre de Apito, que conduz na hora certa cada batida e toada.
O cortejo começa com um porta-estandarte, seguido pela Dama-do-Paço, pessoa preparada para conduzir a calunga, que é um ícone sagrado. As damas da frente, as baianas ou Catirinas, o vassalo (que abana o casal real), o balé de escravos com instrumentos de trabalho (faca, foices, pás, etc.) e as damas de honra (geralmente duas crianças que mantêm sempre suspensas as capas do Rei e da Rainha), fazem parte da apresentação. O cortejo encerra-se com a chegada do rei e da rainha, que desfilam ricamente trajados, ostentando uma espada e um cetro e protegidos por um grande guarda-sol colorido, o pálio, carregado por um escravo. O Maracatu Nação Pernambuco, Nação de Maracatu Cambinda Estrela, Maracatu Nação Leão da Campina, Maracatu de Baque Virado Leão Coroado de Olinda e Maracatu Nação Estrela Brilhante estão estre os que se destacam no carnaval.
Também conhecido como maracatu rural, tem uma grande ligação com as culturas afro-indígenas. O maracatu de baque solto traz uma fusão de vários folguedos populares existentes no interior de Pernambuco, como reisado, pastoril, cavalo-marinho, bumba-meu-boi e caboclinhos. A música é comandada pelo mestre, que trabalha improvisando versos e loas, acompanhado por instrumentos como de percurso e também de sopro.
Uma das figuras mais emblemáticas é o caboclo de lança, figura que veste gola bordada com materiais reluzentes, que formam desenhos. Carrega também uma estrutura de madeira coberta de lã, na qual são presos os chocalhos, que fazem barulho enquanto os caboclos andam, e na mão uma longa lança de madeira, além de uma enorme cabeleira com tiras de papel colorido na cabeça . O rosto pintado, geralmente de urucum, os óculos escuros, o cravo branco na boca e a fisionomia carrancuda fazem do caboclo uma figura jamais vista em outras manifestações culturais do nosso folclore. O caboclo que não usa lança é o Arreimá, que traz um machado mãos e um grande cocar de penas na cabeça. Outros personagens que aparecem são Mateus, Catirina ou Catita, a Burrinha, o Babau e as baianas, além da corte real, com rei, rainha e outras figuras que se assemelham ao maracatu de baque virado. O Maracatu Piaba de Ouro, o Maracatu Batuque Estrelado, o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança e o Maracatu Cambidinha de Araçoaiaba estão entre os que se apresentam no carnaval pernambucano.
O auto do bumba-meu-boi, presente no ciclo natalino, se transforma e integra as festas de carnaval. Com um colorido e coreografia própria para os dias de folia, os bois vêm acompanhados de outras figuras do ciclo natalino, como as burras, Calus, Mateus, Catirina, Sebastião, Mané Pequenino e Babau, que ganham as ruas sob o comando do capitão, no seu cavalo marinho. Abrindo o desfile, os bois normalmente trazem estandartes ou faixas com uma mensagem ou com um tema, mas não são itens obrigatórios. A ordem de apresentação dos personagens varia de grupo para grupo. Diferentemente do Bumba-meu-boi, o Boi de Carnaval traz para a avenida apenas um cortejo dos personagens. Alguns encenam a morte e ressurreição do boi, com a interação dos demais personagens.
A orquestra é formada por bombo, gaita, gonguê, surdo, tarol, estandarte, diretoria, tirador de loas, entre outros componentes. Entre os mais tradicionais estão o Boi Misterioso, da Cara Preta, Teimoso, Estrela e Manhoso.
La Ursa ou o urso do carnaval tem origem nos ciganos da Europa que percorriam a cidade com seus animais, presos numa corrente, que dançavam de porta em porta em troca de algumas moedas, ao som da ordem: "dança la ursa!". A figura central é o urso, um homem vestindo um velho macacão coberto de estopa, veludo, pelúcia ou agave com sua máscara de papel machê pintada de cores variadas, preso por uma corda na cintura. Segurado pelo domador, a figura dança para alegria de todos ao som de toadas do próprio grupo ou sucessos das paradas carnavalescas, podendo variar para o baião, forró, xote e até polca.
A Orquestra do urso de carnaval é geralmente formada por sanfona, triângulo, bombo, reco-reco, ganzá e pandeiro. O conjunto traz por vezes, além do domador, do urso e da orquestra, o tesoureiro (com sua pasta de arrecadar dinheiro), porta-cartaz ou porta-estandarte, balizas e outros elementos que lá estão só para brincar o carnaval. Entre os mais tradicionais estão o Urso Polar de Areias, Preto da Pitangueira, Texaco, Branco da Mustardinha, Popular da Boa Vista e Minerva.
É uma expressão artístico-religiosa com forte definição estética ligada às nações africanas, caracterizadas por um caráter religioso e de manutenção de valores. A presidência e diretoria geralmente são compostas por um babalorixá ou ialorixá e por algumas pessoas com cargos significativos dentro da hierarquia dos terreiros, o que não impede agregar pessoas que não façam parte da religião dos orixás. Suas sedes, na maioria das vezes, funcionam no interior dos terreiros de Candomblé.
A ligação dos grupos com a religião também se traduz nas cores que levam às ruas. A organização de um afoxé é caracterizada pela figura do bandeirista, que abre o cortejo e apresenta a bandeira da nação; uma criança conduz o babalotin (símbolo sagrado do afoxé, também podendo ser carregado por uma mulher grávida); o corpo de bailarinos, ricamente ornamentados com panos-da-costa, fios de conta e torso nas cores do orixá patrono, é seguido da diretoria e da sua percussão.
As músicas cantadas pelos grupos misturampalavras em iorubá, língua africana, e português, e retratam aspectos religiosos e/ou reforçam a origem étnica das diferentes nações. Entre os grupos de afoxés atuantes no estado estão o Ilé de África, Afoxé Alafin Oyó e Ilê de Egbá.
Se assemelham às encontradas em outros lugares do Brasil, apresentando a mesma estrutura de carros alegóricos e alas. Em Pernambuco, tem também influência do frevo, do maracatu e da capoeira em sua música, instrumental e coreografias. Entre as mais conhecidas estão Galeria do Ritmo, Gigantes do Samba, Deixa Falar e Unidos de São Carlos.
Katherine Coutinho Do G1 PE
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Projeto Tecidos Digitais abre inscrições para oficinas em Softwares Livres (PE)
O Laia - Laboratório de Intervenção Artística / Ponto de Cultura Tecer convida os Pontos de Cultura de Pernambuco a conhecerem a participarem do projeto Tecidos Digitais, contemplado pelo Prêmio Cultura Digital 2010 - Esporos de Pesquisa e Experimentação, do Ministério da Cultura. O projeto contempla a realização de três oficinas na ára de Softwares Livres: Web Design, Edição de Vídeo e Edição de Áudio, além de uma oficina de Jornalismo Cultural para Web. Voltadas para integrantes dos Pontos de Cultura, as oficinas objetivam colaborar na formação técnica, proporcionar a ampliação de conhecimentos e auxiliar nos trabalhos desenvolvidos pelos Pontos.
Cada entidadade poderá indicar um representante para cada uma das oficinas nas quais tenha interesse. Para participar é necessário que os participantes tenham conhecimento prévio em informática básica e que a oficina para a qual solicitarem inscrição esteja diretamente relacionada com as atividades que exercem no Ponto de Cultura.
As oficinas serão realizadas sempre no período da tarde (das 13 às 15hs e das 15 às 17hs), às terças e quintas-feiras, a partir do dia 24 de janeiro no Centro Tecnológico de Cultura Digital Nascedouro de Peixinhos, parceiro do Laia na execução deste projeto.
Segue abaixo o cronograma e cargas horárias das oficinas.
Jornalismo Cultural para Web – 16 horas/aulas
Aulas nas datas - 24, 26 e 31 de janeiro; 02, 07, 09, 14 e 16 de fevereiro
Horário: 13 às 15hs
Número de vagas: 15
Webdesign – 40 horas/aulas
Aulas nas datas - 24, 26 e 31 de janeiro; 02, 07,09, 14, 16 e 28 de fevereiro; 01,06, 08, 13 e 15 de março
Horários: até o dia 16/02 – das 15 às 17hs
A partir do dia 28/02 – das 13 às 17hs
Número de vagas: 15
Edição e Captação de Áudio – 20 horas/aulas
Aulas nas datas – 20, 22, 27, 29 de março; 03, 05, 10, 12, 17 e 19 de abril
Horário: 13 às 15hs
Número de vagas: 15
Edição e Captação de Vídeo – 20 horas/aulas
Aulas as Terças e Quintas-feiras nas seguintes datas – 20, 22, 27, 29 de março; 03, 05, 10, 12, 17 e 19 de abril
Horário: 15 às 17hs
Número de vagas: 15
As inscrições somente serão feitas pela internet até o dia 18 de janeiro, através do formulário eletrônico disponível no link:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDZ1blB3M1ZHRTRDaXJnMmFUU1hPZ2c6MQ
O formulário deve ser preenchido por um único repesentante do Ponto, que indicará os nomes e dados das pessoas indicadas para as oficinas. Assim, cada Ponto de Cultura preencherá apenas um formulário de inscrição.
Todas as inscrições realizadas a partir do formulário eletrônico passarão pela análise do Ponto de Cultura Tecer e no dia 20 de janeiro divulgaremos na internet a lista dos selecionados. No entanto, ressaltamos que, àqueles que não forem selecionados para participarem presencialmente, será disponibilizado um Link a partir do qual a oficina poderá ser acompanhada em tempo real.
Serviço:
Projeto Tecidos Digitais
Inscrições para as oficinas: De 06 a 18 de Janeiro de 2012
Através do link: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDZ1blB3M1ZHRTRDaXJnMmFUU1hPZ2c6MQ
Resultado da seleção: 20 de janeiro de 2012
e-mail - tecidosdigitais@gmail.com
Telefones - (81) 9724.3144 / 9298.3664 / 8553.2565
Cada entidadade poderá indicar um representante para cada uma das oficinas nas quais tenha interesse. Para participar é necessário que os participantes tenham conhecimento prévio em informática básica e que a oficina para a qual solicitarem inscrição esteja diretamente relacionada com as atividades que exercem no Ponto de Cultura.
As oficinas serão realizadas sempre no período da tarde (das 13 às 15hs e das 15 às 17hs), às terças e quintas-feiras, a partir do dia 24 de janeiro no Centro Tecnológico de Cultura Digital Nascedouro de Peixinhos, parceiro do Laia na execução deste projeto.
Segue abaixo o cronograma e cargas horárias das oficinas.
Jornalismo Cultural para Web – 16 horas/aulas
Aulas nas datas - 24, 26 e 31 de janeiro; 02, 07, 09, 14 e 16 de fevereiro
Horário: 13 às 15hs
Número de vagas: 15
Webdesign – 40 horas/aulas
Aulas nas datas - 24, 26 e 31 de janeiro; 02, 07,09, 14, 16 e 28 de fevereiro; 01,06, 08, 13 e 15 de março
Horários: até o dia 16/02 – das 15 às 17hs
A partir do dia 28/02 – das 13 às 17hs
Número de vagas: 15
Edição e Captação de Áudio – 20 horas/aulas
Aulas nas datas – 20, 22, 27, 29 de março; 03, 05, 10, 12, 17 e 19 de abril
Horário: 13 às 15hs
Número de vagas: 15
Edição e Captação de Vídeo – 20 horas/aulas
Aulas as Terças e Quintas-feiras nas seguintes datas – 20, 22, 27, 29 de março; 03, 05, 10, 12, 17 e 19 de abril
Horário: 15 às 17hs
Número de vagas: 15
As inscrições somente serão feitas pela internet até o dia 18 de janeiro, através do formulário eletrônico disponível no link:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDZ1blB3M1ZHRTRDaXJnMmFUU1hPZ2c6MQ
O formulário deve ser preenchido por um único repesentante do Ponto, que indicará os nomes e dados das pessoas indicadas para as oficinas. Assim, cada Ponto de Cultura preencherá apenas um formulário de inscrição.
Todas as inscrições realizadas a partir do formulário eletrônico passarão pela análise do Ponto de Cultura Tecer e no dia 20 de janeiro divulgaremos na internet a lista dos selecionados. No entanto, ressaltamos que, àqueles que não forem selecionados para participarem presencialmente, será disponibilizado um Link a partir do qual a oficina poderá ser acompanhada em tempo real.
Serviço:
Projeto Tecidos Digitais
Inscrições para as oficinas: De 06 a 18 de Janeiro de 2012
Através do link: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDZ1blB3M1ZHRTRDaXJnMmFUU1hPZ2c6MQ
Resultado da seleção: 20 de janeiro de 2012
e-mail - tecidosdigitais@gmail.com
Telefones - (81) 9724.3144 / 9298.3664 / 8553.2565
Atenção responsáveis por Blocos Carnavalesco
Amigos(as) esse blog tem como finalidade abrir espaço para todos os artistas e manifestações folclórica de nossa cidade e região, sendo assim venho comunicar a responsáveis por blocos e troças carnavalescas de nossa cidade e região que estiverem interessados em publicar em nosso blog o histórico de seu Bloco ou troça, que envie o material com fotos para o e-mail (beijamimtabaqueiro@hotmail.com ) que terei o maior prazer em publicalo. Eu estarei procurando alguns responsáveis por blocos, mais infelizmente não poderei procurar a todos.
Fica aqui o agradecimento de alguém que ama nossa cultura e respira carnaval o ano inteiro.
Beijamim Almeida Barros.
Fica aqui o agradecimento de alguém que ama nossa cultura e respira carnaval o ano inteiro.
Beijamim Almeida Barros.
Caruaru terá Janeiro de Grandes Espetáculos
A partir de 21 de janeiro, o público de Caruaru recebe a 18ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos. É a segunda vez que a capital do Agreste é incluída na grade de programação do festival, fruto da parceria entre a Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe) e o Sesc Pernambuco. Até o dia 28, passam pelo palco do Teatro Rui Limeira Rosal, no Sesc da cidade, seis espetáculos originados daqui de Pernambuco e também do Canadá e Portugal.
O destaque deste ano é a apresentação na sexta-feira, 21, do espetáculo canadense Amour, Acide et Noix. Ao som de Vivaldi, o elogiado espetáculo da companhia canadense traz à cena quatro bailarinos, sendo uma mulher, totalmente nus durante toda a encenação. Desta forma, abordam a solidão e a importância do toque, colocando a nudez como a única alternativa verdadeira para a leitura do corpo.
Os ingressos para o Janeiro de Grandes Espetáculos custam R$ 10 (locais e nacionais) e R$20 (internacionais). Confira a programação completa pelo site www.janeirodegrandesespetaculos.com.
O destaque deste ano é a apresentação na sexta-feira, 21, do espetáculo canadense Amour, Acide et Noix. Ao som de Vivaldi, o elogiado espetáculo da companhia canadense traz à cena quatro bailarinos, sendo uma mulher, totalmente nus durante toda a encenação. Desta forma, abordam a solidão e a importância do toque, colocando a nudez como a única alternativa verdadeira para a leitura do corpo.
Os ingressos para o Janeiro de Grandes Espetáculos custam R$ 10 (locais e nacionais) e R$20 (internacionais). Confira a programação completa pelo site www.janeirodegrandesespetaculos.com.
9 de Janeiro Dia do Astronauta
Tamanho 41. Essa é a medida do primeiro pé humano - o do astronauta Neil Armstrong - a pisar na superfície da Lua. Era o dia 20 de julho de 1969, às 23h56min (horário de Brasília), quando em quase todas as casas, escritórios, quartéis, bares e restaurantes deste mundo, a humanidade assistia boquiaberta pela televisão a um inacreditável espetáculo, sonho de nossos ancestrais: o homem chegara à Lua.
sábado, 7 de janeiro de 2012
9º Edição da FENAHALL
A Fenahall, tradicional feira de artesanato do Chevrolet Hall, chega à sua nona edição e acontece entre os dias 6 e 15 de janeiro. Serão 220 expositores vindos de mais de 10 países. A feira funcionará de segunda a sexta, das 16h às 22h, e aos sábados e domingos, das 14h às 22h. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia), e estarão à venda na bilheteria do Chevrolet Hall. Mais de 100 mil pessoas são esperadas nos 10 dias do evento.
Para animar o público, bandas de frevo e grupos de maracatu se apresentarão durante todos os dias da feira. A programação musical também conta com shows de Capim com Mel, Almir Rouche, Banda Rios, Luiz Neto e Davi, Banda Como Antigamente, Excesso de Bagagem, Amigos Sertanejos, Santropê e Los Cubanos.
SERVIÇO – Fenahall 2012 – Feira de Artesanato do Chevrolet Hall
Quando: De 6 a 15 de janeiro de 2012
Local: Chevrolet Hall
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)
Vendas: Na bilheteria do Chevrolet Hall
Abertura dos portões: das 16h às 22h (segunda a sexta); das 14h às 22h (sábados e domingos)
Classificação etária: Livre
Mais informações: (81) 3427.7500 ou www.chevrolethall.com
ASAVAP – Associação de Saúde do Vale do Pajeú
Em virtude do PayPal (internacional) só realizar transferência para Conta Corrente , a ASAVAP reativou sua conta no Bradesco :
Banco: 237
Ag. 2542-9
Conta Corrente: 0510360-6
asavapcasadeapoio@hotmail.com
Informamos, também, que a Conta Poupança da Caixa Econômica Federal continua disponível para os demais depósitos.
Agência 1433 /
Operação 013 /
Conta: 12345-4.
Agora você tem dois bancos disponíveis para receber sua contribuição em prol da construção do Lar do Idoso.
(E-mail alternativo: asavaplardoidoso@hotmail.com)
http://www.livrodevisitas.com.br/ler.cfm?id=18387/&count=30
Banco: 237
Ag. 2542-9
Conta Corrente: 0510360-6
asavapcasadeapoio@hotmail.com
Informamos, também, que a Conta Poupança da Caixa Econômica Federal continua disponível para os demais depósitos.
Agência 1433 /
Operação 013 /
Conta: 12345-4.
Agora você tem dois bancos disponíveis para receber sua contribuição em prol da construção do Lar do Idoso.
(E-mail alternativo: asavaplardoidoso@hotmail.com)
http://www.livrodevisitas.com.br/ler.cfm?id=18387/&count=30
Naná Vasconcelos comanda ensaio da abertura do carnaval do Recife
Começam neste domingo (8) os tradicionais ensaios da abertura do carnaval do Recife. A novidade fica por conta do local: pela primeira vez o palco do encontro de maracatus será o Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul. O músico Naná Vasconcelos rege dez nações de maracatu de baque virado, que começam aquecer os tambores para a folia.
O batuque começa às 17h e conta com convidados especiais, como o percussionista Lucas e a Orquestra dos Prazeres, o grupo Voz Nagô e o maestro Forró. O ensaio acontece no pátio do parque, aberto ao público.
Após este início no Dona Lindu, os ensaios continuarão nas sedes dos maracatus, na Rua da Moeda e no Marco Zero, no bairro do Recife, no centro, local que tradicionalmente abriga a cerimônia de abertura da folia.
Neste domingo (8), participam do ensaio os maracatus Aurora Africana, Encanto do Pina, Leão da Campina, Oxum Mirim, Raízes de Pai Adão, Estrela Brilhante, Porto Rico, Cambinda Estrela, Gato Preto, Encanto da Alegria. Sob o comando de Naná Vasconcelos, cerca de 300 batuqueiros, com suas alfaias e baquetas, ensaiam loas ao som do baque virado.
Para fazer um diálogo entre o maracatu e o frevo, Naná vai receber o maestro Forró, conhecido pela sua regência performática à frente da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério.
Antes do ensaio com os maracatus, às 17h, a Orquestra dos Prazeres, liderada pelo jovem percussionista Lucas dos Prazeres, aquece o público com show percussivo. A apresentação acontece no Teatro Luiz Mendonça, com palco aberto para a esplanada do parque. Em seguida, sobe ao palco o grupo Voz Nagô, coro feminino formado por sete mulheres ligadas aos grupos de cultura afro-brasileira do Recife. Com acompanhamento da Orquestra dos Prazeres, as mulheres do Voz Nagô apresentam o ijexá, ritmo dos afoxés, e seguem cantando loas de maracatu.
7 de Janeiro Dia da Liberdade de Cultos
Liberdade de Culto, liberdade de pensamento, liberdade de expressão. A primeira lei sobre o assunto surgiu em 7 de janeiro de 1890, em decreto assinado pelo então presidente Marechal Deodoro da Fonseca, por iniciativa do gaúcho Demétrio Ribeiro, Ministro da Agricultura na época. Na Carta Magna de 1946, através de proposta do escritor Jorge Amado, então deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) de São Paulo, a lei foi novamente reescrita, mas foi na Constituição de 1988 que adquiriu seus termos definitivos: Artigo 5º: (...) VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;; (...) VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
Assinar:
Postagens (Atom)













